Amanhã, em meus headphones: Collapse Under The Empire

terça-feira, agosto 11, 2009

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"Collapse Under The Empire", é uma super banda de post-rock alemã. Até aqui, novidade nenhuma. Mas o que mais me chamou atenção, foi o preparo e a boa intenção dos caras nesse "admiravel mundo novo" que nos encontramos.

Ao baixar o álbum, havia uma pasta com códigos para widgets de áudio e vídeo (como no exemplo acima), para que pessoas comuns como eu divulgassem o trabalho deles em seus blogs pessoais e em suas redes sociais. Havia ainda, informações adicionais, como detalhes das canções, entrevistas, os sites onde a banda hospeda suas músicas, reviews de discos e algumas entrevistas em publicações especializadas. Enfim, um super-clipping para não restar nenhuma dúvida do que se está ouvindo. Valor agregado para um simples download de arquivos mp3.

Aqui, um belo exemplo de como uma banda independente deve encarar os novos tempos da indústria cultural: dispor seu trabalho para que todos, de qualquer lugar da Terra possam ter o direito de ouvir suas composições, aumentando assim sua horda de fans. Como um vírus de cultura e informação, contaminando o ouvido do planeta com suas guitarras espaciais.

E amanhã, estarão nos meus headphones!


Sonhos de segunda

domingo, agosto 09, 2009

À Deriva




Não sou crítico de cinema, nem nada que chegue próxima a isso. Mas como esse blog é o meu REEDP (Revista Eletrônica de Entretenimento e Divagações Pessoais), sinto-me em plena vontade para tecer quaisquer comentários que meus olhos consomem. De música à filmes, de livros à guloseimas de rua. Portanto, sinto-me também na obrigação de dizer aos que me seguem e que creditam sua atenção ao meu gosto pessoal, que o filme "À Deriva" é a produção mais tocante que eu já vi no atual cinema brasileiro.

Muito mais que um filme em que se aborda a traição de um pai de família, "À Deriva" é 'aquele' momento delicado de nossas vidas. O exato lugar onde descobrimos nossos desejos, e o pior, quando descobrimos que nossos pais também cultivam desejos outros que vão além do seio familiar. Talvez esse mesmo desejo é o que desconstroi uma família sólida. O mesmo desejo que nos acompanha quando jovens, naquele período aparentemente eterno, que nos dá uma áurea de potência revigorante. Este, é o mesmo que destrói nossos sonhos de criança.

De tão bem feito, o filme nos passa a angústia dessa perda em família. Um nó na garganta que nos segue por algumas horas, mesmo depois que saímos da sala de projeção. Me atrevo a dizer, com minhas falhas de construção linguística e do total desprerado numa ideal descrição das cenas, que o final dessa produção é o melhor! Uma das sequencias mais lindas e mágicas que o cinema mundial já produziu.









Por vergonha, não me levantei e aplaudi por minutos seguidos. Nem ninguém ali naquela sala. Mas tenho certeza que os meus e os olhos de todos que ali estavam, ficaram rasos d´água. E isso é muito mais profundo do que qualquer tipo de ovação!



Site Oficial: http://www.aderivafilme.com.br/

O Mussum Day...

terça-feira, agosto 04, 2009

Olhar periférico.






Iatã Cannabrava e as periferias: Uma prova de que um olhar inovador faz a diferença.


http://www.iatacannabrava.fot.br

Momento Roland Barthes: A mentira da imagem.

segunda-feira, agosto 03, 2009



Ilustração típica da cultura pop japonesa, em realces ultra ambíguos que, através de uma simples maçã em corte, nos remete às colinas voluptuosas da carne. Um engôdo, uma ilusão, talvez o mesmo signo usado pela serpente no longínquo paraíso, ao qual a primeira mulher, sedenta de curiosidades e quiça desejos, deixou-se ludibriar em um encanto que, de mágico nada tinha. Tão somente era a técnica,está arte simplória usada na manipulação de palavras e imagens, em um momento único da história humana em que destinos de homens, mulheres e crianças foram traçados até chegar aos negros vestidos da morte.

Aqui, a única certeza é a imagem que tudo é, ludibriando o cérebro contaminado pelo sabor do ir e vir, pelo atrito quente das moléculas carnais e por tudo que remeta a objetos banhados em líquido denso, frutos do mais ardente amor, que só se completa nas viscosidades do prazer. Viscoso e pegajoso como o início da concepção de qualquer ser que um dia venha à andar sobre a Terra.

Ilustração do dia: O perigo de manter uma identidade secreta.

quinta-feira, julho 30, 2009




Infelizmente, não sei quem é o autor. Mas o cara merece um prêmio!

O Jornalismo e a questão fundamental.



Dos inúmeros personagens do livro "O Guia do Mochileiro das Galáxias" há um em especial que tem o peculiar nome de "O Pensador Profundo". Ele nada mais é que um megacolossal computador projetado por seres hiperintelingentes (no caso, ratos) para resolver a "Questão fundamental da vida, o Universo e tudo o mais". Após 15 milhões de anos, a resposta é dada.
 
E essa é um simplório "42". Fulos da vida, os seres hiperinteligentes dizem que essa não era a resposta da pergunta. O computador retruca que o que eles não sabem é a própria pergunta. Ele afirma que a resposta (42) só poderá ser entendida quando eles souberem a pergunta.

E é por saber a pergunta correta que o artigo de Ronaldo Lemos intitulado "Jornalismo em um mundo em transição", publicado na Folha de São Paulo do dia 28 de Junho de 2009, merece a marca do "relevante'. Nele, o fundador do Overmundo destilou uma perspicaz visão dos rumos que o jornalismo está tomando devido as interferências de descentralização da noticia que redes sociais como Twitter, Facebook, YouTube, blogs e celulares estão proporcionando. Cita o blog/tablóide TMZ na cobertura da morte de Michael Jackson e de como ele se valeu dessas novas mídias para chegar primeiro na conclusão da morte do cantor e lançar a noticia nos quatro cantos do mundo. O TMZ passou assim, a ser sinônimo da "morte de Michael" e este talvez seja um eterno troféu do tablóide.

Ao meu ver, o artigo tem fundamental importância não por dar respostas de um possível futuro do jornalismo, mas sim por fazer a pergunta mais correta: "Como reinventar não só as formas de participação, mas também uma ética nova para a rede, uma ética que não seja nem ingênua nem obsoleta? E que não seja imposta, mas sim construída?"

Se tivéssemos "O Pensador Profundo" ao nosso dispor, certamente ele nos daria a resposta correta e não apenas um confuso "42"!

Quer ler o artigo? Bem aqui

Para a segunda-feira, uma balada matadora!

segunda-feira, julho 27, 2009

Uma canção do Sting sobre assassinato, erros e arrependimentos, imortalizada na voz de Johnny Cash.



I Hung My Head - Johnny Cash

Off ou condenado a vida física...

quarta-feira, julho 22, 2009

... Até resolver um BAD_POOL_CALLED.

Esperem... Eu volto!

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