Sensacional, né?
"Se você repete uma mentira muitas vezes ela se torna uma verdade político"
De pé, no matinal ônibus cheio e diário, me deixo levar dali não por uma imaginação fértil, nem alguma técnica oriental de concentração, mas simplesmente por meus já sagrados headphones e as diversas músicas que se misturam a podcasts de noticiários dentro da memória flash do celular.
As melhores notícias falam de filmes do momento e os vinhos de nomes incompreensíveis que jamais tomarei. As piores sempre se referem à política e os deputados sanguessugas que sepultam a vontade de ser brasileiro.
Todos os dias, um novo escândalo nasce como uma mosca no lixo e de tão comuns, já não espantam. Na real, o próprio sistema se bem analisado, mesmo que corra tudo certo é injusto e revoltante: bons salários, regalias diversas e outros pontos que nos convidam ao regurgito (ah, não posso usar essa palavra porque você e o povo a desconhece e pareço pedante? Quando querem saber quem estuprou quem naquele programa, não buscam de imediato? Faça o mesmo!).
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Gatos vocês sabem, são aqueles felinos felpudos que ronronam em seu ouvido quando nos deitamos na cama. Jedis (lê-se jedais) são personagens fictícios da série americana Star Wars. Nos dias loucos que se seguem, esses dois meus “amores” surgem unidos no lamaçal da cultura pop graças a cultura do remix. Desse modo, buscar gifs, vídeos e fotos de gatos e seus sabres laser Jedi são, nas horas vagas, um passatempo preferido.
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"Escreva bêbado, edite sóbrio" - Ernest Hemingway
Quem diz que adora escrever mente. Escrever bem é difícil. Escrever bem é suar. É pensar da melhor maneira, de modo criativo e atraente, mesmo que seja a pior bobagem do mundo. Há pessoas que alardeiam por aí dizendo que “escrever é uma delícia”, como se fosse um simples ato onanista (ah, você também não sabe o que é onanismo? Agora punheta você sabe, né?).
Escrever é uma droga e dá um trabalho absurdo. Escrever faz suar a camisa e há de se treinar muito para ser o cão chupando manga. Escrever quase dói, tal qual como dizem ser um parto. Escrever é ato árduo e muita gente mente ao dizer o contrário.
Agora, bom mesmo é ver o que foi escrito. Bom mesmo é curtir seu textinho feito, flutuando na tela. Pois escrever de fato, é como um pai coruja na maternidade: seu rebento deu trabalho para nascer e é feio pá caralho, mas foi ele que fez e o exibe com muito amor e orgulho!
...a estadunidense Foster The People, neste exato momento, faz dezenas de pessoas loucas por diversão mexerem o corpo por meio de canções pop perfeitas como a que se segue.
E eu, no meu quarto quente, suspiro, lembrando-me dos momentos que se fizeram clássicos embalados nessa música joianha, joinha...
Ah, Bahia... Você é linda, mas é ordinária!
Warpaint - Warpaint
É uma dádiva natural a capacidade de separar a mente do corpo, fugindo de onde se está e indo para lugares onde sua vida merecidamente deveria estar.
Digamos que esse seja um post para “colocar no carrinho”: http://society6.com/HarryG/Fear-N-Loathing-In-This-Foul-Year-Of-Our-Lord-Nineteen-Hundred-and-Twenty-Five-true-grit-version_Print#
"Aguardo alegremente a saída e espero nunca mais voltar." - Frida Kahlo
Faltam noventa e dois dias para uma coisa legal acontecer. Desnecessário menciona-la, já que esse não é o foco principal do texto. Gostaria humildemente que sua percepção atentasse para a energia revitalizadora que são as novas expectativas, os novos rumos e finalmente, as novas promessas que se delineiam na cabeça e que só se tornam reais quando se está bem consigo mesmo.
Sim, infelizmente, esse é mais um entre milhões de textos que exaltam as venturas (sem desventuras), de mudar completamente de atitude, de acreditar em si e tacar fogo em antigos hábitos, projetos e afins. Sendo afetadamente profético, é chegada a hora de uma grande mudança na vida.
Mas por que fazê-lo? Qual a finalidade de acordar isso nas pessoas? Despertar em determinados desconhecidos, a águia que dorme inerte em suas vidas de galinhas ciscadores de migalhas medíocres, que jamais sairão da amada zona de conforto que é seu minúsculo poleiro?
Sinceramente, não sei!
Talvez, seja meu lado super-herói, irrigado em minha mente por anos e anos de HQ´s de super-humanos que ajudavam os fracos e oprimidos. Talvez seja apenas uma maneira “egóica” (?) de mostrar a quem interessar possa, que não estou parado, que estou cultivando meu cérebro para criar raízes fortes e fazer crescer minha vida como ela merece. Ou talvez, simplesmente, seja bondade. O desejo de ver até mesmo quem me odeia superar suas expectativas, para olharem em retrocesso e dizerem “Quão mesquinho fui!”.
Não é ruim compartilhar anseios. Não é maldade desejar felicidades. Não é falsidade de minha parte. Cheguei a um ponto de maturidade que somente esquecendo as falhas dos outros é que me livro de minhas próprias falhas. Não é a maior descoberta do mundo, mas é um clichê verdadeiro.
Faltam 92 dias para algo legal acontecer. E quero estar de consciência limpa. Peço aos meus parcos leitores diários que, se um dia eu lhes fiz mal, se um dia fui alvo de sua raiva, se fiz alguém sofrer como um cão sem dono, perdoe minhas faltas, pois fui um tolo.
... descansar as ideias e dar um passeio com seu tamanduá de estimação. Porque hoje é o melhor momento para se perder a razão!
Na foto, o genial Salvador Dali.