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Kali Uchis: Lana Del Rey do hip-hop

segunda-feira, fevereiro 03, 2014

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Ok. Fui maldoso neste título. Uma injustiça comparar a senhorita Uchis, tão simples e ainda povoando o underground (graças a deus) com a internacional Lana, que até já emplacou algumas canções em novela da Rede Globo. Foi justamente para chamar a sua atenção, caro leitor, que cometi o disparate.

Na verdade, há realmente algo em comum entre as duas moças: Kali também produz seus próprios clipes e canções, só que ainda com menos recursos e muito, mas muito mais groove e personalidade.

Isso fica evidente em seu debut “Drunken Babble”, uma produção caseira, feita em seu próprio computador. São colagens até grosseiras (mas não ruins: vide “Rolling Up”, totalmente chupada de “Save a Prayer, do Duran Duran), de batidas rap com músicas antigas, que ganham um charme especial de sua voz preguiçosa, gostosa de se ouvir, ótima para relaxar, ver o mundo em câmera lenta.

A faixa “Table for Two” é o exemplo destas suas características tão peculiares, que evocam o seu jeito “cool”, tomando vida no clipe da canção.

Caso você dê o play no vídeo abaixo, aviso que irá cair de amores pelo som, pela letra e por dona Uchis, uma garota nascida em Virginia (EUA),  crescida na Colômbia até os 07 anos, e que agora tenta ganhar a América (não tão agora, o álbum é de março de 2013).

Alguém por aí já profetizou: “Stay tuned for something, something in the future with Miss Uchis” (Fique atento para alguma coisa, alguma coisa no futuro com a Miss Uchi).

Vamos ver onde isso vai dar.

p.s: baixe o disco completo gratuitamente. Dona Uchis é generosa e sem frescura: http://www.kaliuchis.com/#!mixtape/c1wc6

+ http://www.kaliuchis.com


Japão ganha três faixas exclusivas do Ringo Deathstarr

terça-feira, dezembro 17, 2013

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Está é a icônica capa de “Gods Dream”, novo álbum do Ringo Deathstarr. Particularmente, a interpreto como o som da banda: por trás da violência da arma, do impacto que ela causa, uma certa delicadeza feminina, a dualidade amor/ódio, beleza/feiura que a vida sempre proporciona.

Com seis músicas ao total (nove para o Japão), é mais um EP que eleva o grupo como um dos mais interessantes da atualidade, com o mérito de, apesar de não criarem nada de novo (e afinal, quem cria?), constroem uma sonoridade própria moldada nas bases do My Bloody Valentine e Jesus and Mary Chain.

De toda essa estória, acredito ser meio bobo, em tempos de globalização, mercado aberto, e mp3 compartilhável, instituir que apenas determinado país terá direito a algumas exclusividades.

Estratégias de marketing à parte, pela web, já roda “Flower Power”, uma das faixas que estará apenas na versão japonesa. 

Ouça:

 

 

+ http://ringodeathstarr.org/

Pixies em “Another Toe In The Ocean”

segunda-feira, dezembro 09, 2013

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O Pixies lançou nesta segunda-feira (09/12), mais um clip do álbum EP-1. Dessa vez é a faixa “Another Toe in The Ocean”, uma animação criada pelo designer romeno Liviu Boar, que apresenta três personagens: a infância, a fase adulta e a velhice (De Frank Black? De todos nós? Não sei).

Vale  lembrar que eles tocam no Brasil em 2014, exatamente no dia 06/abril, dentro da programação do festival Lollapalooza, em São Paulo.

A data caí em domingo, o que significa que muita gente vai acordar com o corpo todo quebrado, mas com um grande sorriso no rosto em plena segunda-feira.

Assista:

Cachorros, grooves e Mayer Hawthorne

quinta-feira, dezembro 05, 2013

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É mais ou menos assim:

Mayer Hawthorne - Her Favorite Song

A melhor (ou pior) entrevista do Jesus and Mary Chains de todos os tempos

quinta-feira, outubro 03, 2013

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Jim Reid: "Joy Division were fucking rubbish".

Você tem que ser muito macho (ou estar muito louco) para falar em um programa de TV que o Joy Division foi um “lixo da porra”.

Mas impagável mesmo, é ver o baterista Bobby Gillespie dar uns amassos em uma garota desconhecida que estava com eles.
Surreal.



Miss Kittin: electroclash das estrelas

MIssKittin-Calling-from-the-stars

 

Ontem, quando comecei a assistir (finalmente) a série Orange is The New Black, do Netflix, fiquei com uma pulga atrás da orelha com a personagem Alex, a “international drug-runner” que colocou a protagonista da história numa grande enrascada e a levou para a cadeia.

Achei bastante parecida com Caroline Hervé,  mais conhecida como Miss Kittin,a diva do electro europeu, que , em parceria com o DJ The Hacker, gravou First Album em 2001, com músicas como "1982" e "Frank Sinatra", verdadeiros hinos da cena electroclash.

Mas não era.

Tratava-se da atriz Laura Prepon, que apesar das semelhanças, olhando de modo mais atencioso, percebemos que passa longe do charme frio da francesa. Foi então que me perguntei: por onde anda Miss Kittin? Me lembrei que tinha o blog dela em alguma pasta do meu feedreader e fui lá conferir alguma novidade.

E tinha.

A menina lançou em abril deste ano “Calling From The Stars” (Juno Records), álbum duplo, de faixas longas, envolventes, às vezes dançantes. Tudo parece soar distante dos seus primeiros trabalhos com sonoridades mais simples, low tech (não que isso fosse ruim), provando que o tempo passa, mas que está lhe fazendo muito bem.

Gostei bastante de “Maneki Neko", "Calling From The Stars" e “See You”, todas bem climáticas, carregadas de sinths, digamos,  “Kraftwerkianos”. Legal também a cover inusitada de "Everybody Hurts", clássico do R.E.M

Foi uma grata surpresa, movida pelo acaso, e que caiu de bandeja nas minhas mãos. Talvez não seja tão bom para as pistas, mas é uma ótima trilha para “andar por aí pela cidade”, seja lá o que esse adjetivo signifique para você.  

 

Ouça:

 

P.S

 

miskittin                   lauraprepon

 
Miss Kittin a direita, Laura Prepon à esquerda. Viu que é fácil confundir?

 

+ http://www.misskittin.com/

   https://soundcloud.com/misskittin

É doce morrer com Mazzy Star

terça-feira, setembro 24, 2013

MazzyStarSeasonsOfYourDay
 
Depois de longos 17 anos, Mazzy Star lança o álbum “Seasons Of Your Day” (Rhymes Of An Hour Records), gravado entre os anos de 1997 e 2012. 

Como podemos perceber, o grupo não teve pressa para mandar ao mundo mais uma coleção de embalos sombrios e tristes, sempre muito bem acompanhado por paisagens áridas e estradas obscuras.

É uma grata notícia saber que Hope Sandoval, finalmente, nos agracia com sua doce voz repleta de sentimentos reverberando em nossos ouvidos. 

Junto com ela, a sua trupe de cowboys tristes e empoeirados, tocando os sons das dores do coração, matam a sede de seus saudosos fãs “anosnoventista”.
 

Mazzy Star – California
 
 






TEMAS MUSICAIS PARA saudosistas pós-punks

quarta-feira, setembro 18, 2013

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Não há nada de novo debaixo do sol, já dizia o Eclesiastes. E preocupar-se com o novo é mania do mercado capitalista que se renova para encher os bolsos constantemente, algo que, sem ofensas, “me cansa os bagos”. O que se deve combater não é o “mais do mesmo”, mas o “pior do mesmo”. Enquanto o bom se manter, está tudo certo. A roda está aí pelo mundo até hoje e fundamenta o meu argumento.

É mais ou menos assim o som do duo nova-iorquino Minks: um mergulho no passado recente que ouvidos de bom trato não cansam de escutar.

Bom para os tristes ou alegres dias.

 

 

Minks - Weekenders

 

Minks – Funeral Song

 

+  http://capturedtracks.com/artists/minks-3/

 

 

 

 

                  

      

Ricky Nelson Lives Again

segunda-feira, agosto 26, 2013




…neste sleeveface maneiro. E eu nunca me canso de seus eternos hits adolescentes reverberando em minha mente que, apesar de nunca ter vivido nos 50´s, está repleto de nostalgias nunca vividas.
 
 
Be Bop Baby!
 
 
 
 
 



Só ele salva

sábado, julho 27, 2013

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Garimpando nos sebos da vida, encontrei esse 7polegadas numerado e raríssimo do The Jesus and Mary Chains na magnífica  Zoyd. Vinil laranja, com uma versão extendida da grudante “Come On”, que apesar de duas únicas faixas, tocou repetidas vezes por toda a tarde.

Culto ao vinil é o que há.




FreakGeeks Festa da Toalha Setlist

sexta-feira, maio 31, 2013

                                          FreakGeeks - Festa da Toalha Setlist by Deniac on Mixcloud



Dá o play e ouve aí o que toquei na última festa.



Anhangabaú da Felicidade

segunda-feira, maio 06, 2013

Anhangabaú da Felicidade

 

Não canso de propagar que, a melhor característica da velha sampa, é essa vontade linda que muitos coletivos culturais possuem de tomarem as ruas e fazerem dela um espaço de diversão, arte e alegria.

O AnhangaBaú da FelizCidade foi um compêndio de palcos, soundsystems, shows, festas, performances, projeções, artes visuais... Enfim, mais um evento “financiado apenas pela disposição de muita gente sem tempo de esperar a Feliz Cidade chegar”.

 

 

Fotos oficiais do Coletivo Fora do Eixo: http://www.flickr.com/photos/94532471@N02/sets/72157633430467058/

 

E mais um Storify que fiz:

Tom Zé no Record Store Day

terça-feira, abril 23, 2013

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Sábado (20.04), Tom Zé fez um pocket show gratuito no deck de madeira da Livraria Cultura (Conjunto Nacional), acompanhado dos músicos Daniel Maia e Jarbas Mariz. A apresentação foi parte da programação do Record Store Day, data criada em 2007 para celebrar a cultura do vinil e das mais de 700 lojas de discos espalhadas pelo mundo.

Na ocasião, Tom aproveitou para lançar algumas canções do seu novo álbum, o polêmico 'Tribunal do Feicebuqui', o qual o artista disponibilizou algumas faixas neste link: http://www.tomze.com.br/tribunal_do_feicebuqui.zip

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No show, o Tom Zé de sempre: uma festa de muito surrealismo, de “Catártico”, no sentido clássico de “purificação da alma por meio de uma descarga emocional provocada por um drama”, propriedade rara nos artistas atuais, principalmente nos que deveriam levantar a bandeira da rebeldia.

Em outras palavras, Tom consegue evocar uma loucura saudável, criativa, transformando tudo em uma poesia que questiona o cotidiano, fazendo perguntas aparentemente obvias, mas que surgem apenas quando incorporamos aquele “eu lírico” que só vem quando estamos doidões.

Só que Tom Zé não precisa estar louco para nos mostrar o que vê. Ele faz esse trabalho naturalmente, de cara limpa, interpretando a realidade à sua maneira. Ou seja, com graça e delírio, ele conquista até quem não gosta da sua música.

 
Tom-Ze-2
 

Só vendo pra crer!









Diego Stocco: um dueto de folhas e turntables

sexta-feira, abril 19, 2013

 O produtor e sound designer Diego Stocco esta fazendo algo inusitado: tirando ruídos de folhas e árvores, monta sons fantásticos, cheio de grooves e viradas sensacionais.

Um dos processos é bem simples:

1 – Pega uma folha qualquer e posiciona em cima de uma pick up;

Diego Stocco-1

 

2 -  Instala um microfone no indicador;

Diego Stocco-2

 

4 – Alterna toques com a folha nos espaços da pick up;

Diego Stocco-3

 

5 – Faz uma pós produção dos sons em seu hardware;

Diego Stocco-4

 

6 – E eis o resultado:

 

Diego Stocco - Duet for Leaves & Turntable from Diego Stocco on Vimeo.

 

Ouça e baixe outras experiências do projeto “Music from a Tree”:

http://www.behance.net/gallery/Music-from-a-Tree/263872

 

+ http://www.diegostocco.com/

The Raveonettes: She Owns The Streets

quarta-feira, março 06, 2013

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The Raveonettes prepara novo álbum, chamado Observations. Deve “chegar às lojas” (faz-me rir esse termo), no dia 11 de setembro.

Enquanto isso, ouça uma prévia do que vem por aí, de uma das bandas mais legais surgida nos anos 2000.
 
 

My Blood Valentine, faixa a faixa

segunda-feira, março 04, 2013

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Hoje vou destilar palavras como quem morre amanhã. Nada de padrões técnicos ou estéticos de jornalismo. A coisa aqui vai ficar do jeito que meus sentimentos ordenarem. São 22 anos de espera para quem ouviu “Loveless” em 1991, e 13 para mim, já que só ouvi em 1995 (sim, vivi em um mundo sem internet e não era nada legal).

Esperar anos por um novo disco quase mítico, foi algo que realmente não esperava que acontecesse. Mas finalmente, eis que surge este “MBV, cheio de tudo o que os fãs gostam.


Li críticas esparsas e uma palavra foi bem incomum: datado. O que sempre me pergunto quando ouço isso é, por que carambolas as pessoas se pegam em termos que nada significam, já que música é um produto sem data de validade, que quando bem feita se eterniza de pronto?

O que vocês querem? A cada segundo que passa, você fica datado. Tudo o que passa é datado. Nada permanece intocável e pleno. Enfiem a palavra em suas nádegas e vão ouvir novidades nunca datadas da Billboard ou o Top Ten da MTV.

M.B.V (2013)



1 -  She found now

Tudo começa do exato momento que eles deixaram em 1991. Intacto como um quarto de adolescente morto. Ouço resquícios de City Girl, canção solo de Kevin Shields famosa por estar na trilha de Lost in Translation. Nostalgia pura em pleno 2013. Ainda permanecem os sussurros sutis, o clima cinzento provocado por guitarras roucas. As famosas distorções elegantes que se encaixam perfeitamente com alguma história de amor não correspondida, um coração partido ou a mais pura solidão.


2 - Only tomorrow

Bilinda Butcher tem voz de sonho, de fada encharcada de absinto. Estendendo cada pequena frase por minutos. E sábias são as palavras ditas: somente amanhã que o amor vem fácil. Só depois que tudo vem e te destroça é que você entende o que aconteceu. Talvez um conselho para os não experientes: somente amanhã você entenderá o amor. Enquanto isso, batidas quebradas, mas suaves, preguiçosas para dias preguiçosos. Solo lento, distorção de portas rangentes. Qualquer ruído é música de amor para o My Bloddy Valentine. É onde reside a genialidade da banda.

3 - Who sees you

Aqui continuamos com a chuva básica das guitarras barulhentas. Frases desconexas, incompletas (?), interrompidas por qual motivo? “Alguns acham que o disco é mais estranho do que 'Loveless'. Mas eu sinto que ele realmente nos liberta de algo", disse o vocalista e guitarrista Kevin Shields. Ok, então é isso. Loucura.

4 -  Is this and yes

Um “órgão” até então nunca ouvido nos trabalhos do grupo inicia esta faixa. E novamente é a voz de Bilinda que vem por trás dos sons, mais angelical do que nunca.

5 -  If i am

Hora do mergulho clássico nas ondas suaves de camadas de vozes. Mar de deja vu, com toques eletrônicos. O velho MBV repete a fórmula, mas nada de auto-plágio. É estilo. Existem canções boas e ruins. E essa, em especial, é inebriante.

6 - New you

Batidinhas sexy-dançantes, com guitarras em efeito Tremolo que nos remetem a How Son is Now, do The Smiths, cheia de graça e nível “pop” na medida certa. Hora de olhos fechados para sentir o sol, o ar nos pulmões, ou o corpo alheio que tanto se deseja.

7 -  In another way

Talvez a faixa mais “difícil” do álbum, com repetição das batidas, sempre fixas, mas com ótimas linhas de guitarras e teclados nostálgicos. Um turbilhão de imagens forma-se na mente, mas não sei qual direção seja a mais precisa, a que devo seguir. Apenas ouço.

8 - Nothing is

São 03´:33`` de uma batida, digamos, country, com guitarradas repetitivas. Puro esporro sem preocupações maiores.

9 - Wonder 2

E o disco termina como um jato continuo sobrevoando os céus. Um apoteótico final em que o ruído fica à frente das vozes. Uma grandiosa ópera noise que só agrada aos cultuadores de experimentos sonoros nos níveis de Sonic Youth ou Medicine.

Ou não. 8-D

Thom Yorke: entrevista e mixtape na Dazed & Confused

quinta-feira, fevereiro 14, 2013

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A descoladíssima Dazed & Confused, trouxe em sua edição de fevereiro de 2013, uma longa entrevista com Thom Yorke, centrada principalmente no lançamento de Amok, primeiro álbum de sua banda Atoms For Peace (juntamente com Flea, Nigel Godrich, Joey Waronker e Mauro Refosco).

Além disso, nesta mesma edição, Thom Yorke deixou disponível uma mixtape com alguns de seus experimentos eletrônicos, que vem sendo elogiada por críticos e fãs.

No mix, encontramos material solo inédito, além de faixas do novo projeto, como versões remixadas de Radiohead e Liars.

 

Ouça e confirme o burburinho!

 

 

[Faixas]
01. Cycles MK 3 [Thom Yorke]
02. You Wouldn't Like Me When I'm Angry (Unfinished mix) [Atoms For Peace]
03. Mali: Kono, the Sacred Bird [Mali Musicians]
04. Proud Evolution (Thom York 500quid rmx) [Liars]
05. I Don't Need An Excuse (Unfinished) [Thom Yorke]
06. Bloom (Treatments) [Radiohead]
07. Morning Shiver Down The Back Wood River [Anstam]
08. Give Up The Ghost (Thom Yorke rmx) [Radiohead]
09. The Grind [Average Joe] vs Unless [Atoms For Peace]

 

+ Leia a entrevista completa com Thom Yorke

    Tracklist do mixtape

    Comprar a versão digital

O significado exato da expressão “This Boy Is A Bottom”?

quarta-feira, fevereiro 06, 2013

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Alguém sabe? E não me venham com “este menino é um fundo”, por favor…


Willam, Detox & Vicky Vox - Boy Is A Bottom



CarnaFreak Playlist

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  CarnaFreak by Daniel Quirino on Grooveshark

 

 Como diz a clássica canção carnavalesca de Caetano Veloso, “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu”. E como não somos (ainda) mortos-vivos, resolvemos fazer ao modo FreakGeeks, uma versão da folia de Momo no Baixa Augusta, mais precisamente no já conhecido e agradável Dex Bar.

As fotos muito bem traduzem, foi uma noite em que pessoas deixaram-se levar “sem eira nem beira”, “sem lenço ou documento”, pelos mais variados estilos musicais, indo do soul ao indie, do rock ao samba, do electro até as marchinhas de carnaval.

Sim, foi exatamente o que você está pensando: uma esbórnia musical que deixou todos que estavam presentes tontos de diversão e claro, cerveja, gin e a típica cachaça brasileira. Uma reunião de pessoas legais que sempre  acrescenta ainda mais adjetivos (muito bons, diga-se de passagem).

Tudo isso, como sempre, sob o signo da loucura boa que são as festas FreakGeeks, espaço temporário de sorrisos e boa gente, onde amigos se encontram e desconhecidos se tornam best friend forever.

 

Veja todas as fotos do CarnaFreak: http://bit.ly/11LlIdZ

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