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As tatuagens de Analogic Love

quinta-feira, fevereiro 13, 2014

tatoo_analogic_love11

Tatuagem é coisa séria. Precisa ser bem feita e ter um significado (pelo menos neste universo de poucos centímetros quadrados em que orbitam os pensamentos imundos do meu cérebro).

Acredito que esses preceitos sejam necessários por dois motivos: 1) aguentar passar algumas horas sentindo dor na epiderme, 2) para não enjoar da arte que irá ficar marcada pelo resto da vida em seu corpo.

Mesmo assim, há alguns adendos que desmitificam o que acredito, e um deles é o motivo deste post, ou seja, a mão do artista. Gente como Maria Fernanda/Arthur, os “Analogic Love”.

Com traços belos e precisos, nada parece ser desenhado sem ser claramente pensado. Tudo se transforma na mais pura arte na pele, e mesmo sem grandes significados para a vida, qualquer um ostenta o estilo deles com orgulho.

No vídeo produzido pela cerveja Desperados, podemos conhecer melhor o Projeto Analogic, que “une técnicas perfeccionistas de tattoo com a tela em branco que são as paredes”.

 

 

Depois, veja as imagens a seguir que não me deixam mentir:

 

tatoo_analogic_love

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+ http://instagram.com/analogiclove

     http://www.analogic.com.br/

As manchas vivas de Borondo

sexta-feira, janeiro 17, 2014

borondo-maracatu

 

Não tenho muitas informações sobre Borondo, artista espanhol que esteve por aqui no ano de 2013, participando do Concreto - Festival Internacional de Arte Urbana

Felizmente, o que pode se perceber claramente, são as suas criações, imagens marcadas por uma certa liquidez borrada, como uma mancha de parede que toma vida.

Sobre a ilustração acima, feita em Fortaleza, no Museu de Arte Contemporânea do Ceára, ele comenta a obra.

“Em Fortaleza, é mantida viva uma tradição cultural antiga chamada Maracatu, que refere-se aos escravos africanos que chegaram durante a colonização.

A intervenção foi feito no exterior do centro de cultura “Dragão do Mar", onde o museu está localizado.

Usei algumas características muito simbólicas, típicas dessa tradição, para contar a história da região e do período da colonização do continente”.

 

+ http://borondo.blogspot.com.br/?m=0

STORYTELLER–NUDE: Playboy hardcore

quarta-feira, outubro 09, 2013

STORYTELLER NUDE

Produzida pelo fotógrafo Chad Michael Ward, Storyteller: Nude é um show de imagens e conceito. Saindo (e muito) do lugar comum, provoca e redefine o tão careta e mel com açúcar “nu artístico”.

Vire as páginas logo abaixo e admire o trabalho:

 

As preciosas lições de design que vem do povo

terça-feira, abril 30, 2013

Lady Warhol-1
 

Alguns níveis da sociedade atual parecem estar empregados com uma agregação de valor, uma certa dose de influência daqueles que ditam o que é cultura, o que é legal ou não. 

Estes, por terem força midiática, acabam ofuscando o que de realmente há de brilhante bem debaixo dos nossos narizes, uma riqueza estética que nasce nas periferias deste país continental, que parece ter olhos apenas para o extremo norte ou além das águas atlânticas.

 
Lady Warhol-2
 

Um exemplo: as exposições Lady Warhol (MAM, até o dia 23/06) e Design da Periferia (Pavilhão das Culturas Brasileiras, até 29/07). A primeira, claro, bem mais em voga que a segunda.

 
Lady Warhol-3
 

As imagens de Christopher Makos são ótimas, mostrando não o artista, mas sim um modelo em busca de identidade, que se transforma em diferentes personagens ao longo das sessões de fotos. 

Aqui, o próprio Warhol é alvo de sua obsessão e inspiração: publicidade, moda e auto exposição de quem se envolve com esse universo.


                 Observatorio das favelas


O que realmente defendo, é que, esta exposição foi mais alardeada pela imprensa do que a outra. O espaço onde estavam expostas as fotos de Warhol fervilhava de gente, enquanto que, em Design da Periferia ouvia-se até os roncos dos intestinos de tão vazia que estava.


Banquinhos de festas de rua
 
Repito que não é um bairrismo meu, um ufanismo desmedido, mas sim a certeza da presença de uma antiga e arraigada cultura em nosso país do que só é legal se for estrangeiro, ou, se um estrangeiro disser que é legal. 

Vide Tom Zé, que precisou da benção de David Byrne do Talking Heads para automaticamente cair nas graças dos antenados mais modernos.
 
Lixeiras de pneu
 

Por isso, envolvido neste desgosto que me dá certos conterrâneos que tem o poder da palavra no país, cometo agora, o pecado da comparação.

 
Churrasqueiras de aros de pneu
 

A força criativa de Design da Periferia, que nas palavras da curadora Adélia Borges está repleta de “soluções estéticas que nada ficam a dever a projetos de designers formados em universidades”, é bem mais interessante que as escassas fotos do Warhol travestido. E quem quiser me processe ou “me pegue na saída”.
 
Jibão de Couro
 

Lady Warhol é legal, mas parece aqueles álbuns de sobras de um cantor morto, lançado postumamente. Não acrescenta nada a sua já notória genialidade.

Por isso, fico com as preciosas lições de design que vem do povo.

 
Carrinho produtos de camelô
Tabocas
Lamparinas de latinhas










A arte-pop-mashup de Isabel Samaras

quarta-feira, novembro 21, 2012



Definir o trabalho de Isabel Samaras é difícil, muito difícil. Vemos traços de renascentismo aqui, um pouco de surrealismo ali e pop art por todos os lados.

É um mash up de elementos e referências que dão esse aspecto esquisito/legal que adoraríamos ter em casa.

Um mal gosto que, de tão sofisticado e inteligente, acaba sendo algo digno de um popular e sonoro “puta que pariu, que quadro do caralho!”
 
Isabel Samaras_deniac6
Isabel Samaras_deniac4
Isabel Samaras_deniac5
Isabel Samaras_deniac1
Isabel Samaras_deniac2
Isabel Samaras_deniac7



+ http://isamaras.wordpress.com/




Matt Kuchta e seus poemas de 2000 frames por segundo

segunda-feira, abril 23, 2012

                          

A 2000 frames por segundo, a vida comum que corre solta, passa a ter uma áurea mágica e singela. A 2000 frames por segundo, o banal eleva-se a arte e o que não percebemos, passa a ser quase que uma poesia viva.

Outros vídeos de Matt Kuchta: http://vimeo.com/user4730482
  


Street Art na faixa

segunda-feira, abril 16, 2012

deniac_street-art-by-Pao-In-Rome-Italy
(clique na imagem para visualizar os detalhes, como o mofo do tempo moldado em figuras)

Arte de rua é fantástica. Seu maior dote é se adaptar aos objetos urbanos. Encaixar-se perfeitamente a cidade, como se sempre estivesse ali. Toda a urbe é a tela de quem a ela se dedica, tendo o dever de ser extremamente criativo e versátil.

Acima, um exemplo e tanto: em Roma, Itália, alunos do IED (Istitute Europeu de Design) juntamente com o artista Pão, transformaram o ambiente, foram além do olhar comum. Deram vida ao banal.
Genialmente simples. 
 
 

+  https://www.facebook.com/paopao.studio






Le Flâneur

quarta-feira, abril 06, 2011

 

Flâneur é uma palavra francesa, podendo ser traduzida como ''Flanador''. É usada geralmente para se referir a pessoas que gostam de “curtir” a rua de um modo mais meditativo. Esse estilo de observação urbana foi assim chamado pelo poeta Charles Baudelaire.

Em síntese, flanar é observar as ruas, enquanto caminha-se tranquilamente. É andar percebendo detalhes, buscando uma percepção diferente da cidade. Na época de Baudelaire, a prática era usada por escritores, poetas, artistas e jornalistas, buscando inspirações para seus poemas, contos ou mesmo crônicas sobre a cidade.

Atualmente, existem alguns flaneurs que aderiram as novas tecnologias tais como o celular para andar e descrever poeticamente a cidade. Outros, como o estudante Luke Shepard, usam câmeras profissionais (D90) e fotografam ângulos espetaculares quadro a quadro para pôr em movimento. O  resultado é o vídeo acima, no qual Luke sintetizou o olhar do flâneur moderno.

(S)Pray for Japan in Salvador: reze pelo Japão

quarta-feira, março 23, 2011

 
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O (S)Pray for Japan in Salvador (Bahia), foi uma ação coletiva de Street Art articulada por Júlio Costa, na qual grafiteiros juntaram forças e criatividade para realizar uma homenagem às vítimas das recentes tragédias acometidas ao Japão.

Foi ao mesmo tempo, arte como prece e protesto, em favor da vida e contra o uso de energia nuclear. Uma bela reflexão silenciosa exposta nas paredes da Ladeira que dá acesso ao Vale do Canela, por meio da linguagem universal que é a expressão gráfica.

 
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Outras fotos: Visioponto. 
 
No vídeo abaixo, uma síntese do momento:

Outros vídeos podem ser vistos neste link.
 
 
 












“PES(O)SOA DE CARNE E OSSO”*

segunda-feira, janeiro 24, 2011

"Quanto pesa a carne? E quanto pesa a pessoa a través da carne em uma sociedade que nega e anula as pessoas? Na prostituição, mulheres e homens são meros objetos de consumo. Nas empresas não há pessoas, somente Recursos Humanos. Na época colonial, os escravos eram tratados como simples mercadoria, não como pessoas".

 

"A proposta consistiu em instalar na via pública a estrutura de uma balança de 2,50 metros de altura e permanecer oito horas preso dentro de uma rede de pesca pendurado semidesnudo há um metro do solo. Como contrapeso, 80 quilos de carne e ossos pendurados em outra rede a escassos metros de mim. Esperando… simplesmente esperando ver que sucedia com as pessoas, enquanto meu corpo se ia desidratando e a carne apodrecia baixo ao sol".

 

"Escolhi como lugar para realizar a ação, em uma calçada de uma praça localizada em pleno centro econômico da cidade de Salvador de Bahia, Brasil. Um lugar caracterizado pela poluição de bancos, empresas e universidades, e circulado diariamente por um grande número de pessoas, automóveis e ônibus".

"De um lado da balança, escrito com carbono, se podia ler PES(O)SOA DE CARNE E OSSO, e do outro lado, a pregunta QUE PESA MAIS ¿A PESSOA OU A CARNE? As oito horas que ia permanecer preso dentro da rede era uma referencia as 8 horas de jornada laboral em a qual as pessoas cedem diariamente 8 horas de sua vida a um sistema (uma rede) que lhes promete ter assim dinheiro para poder disfrutar das 16h restantes de seu dia. 8 horas diárias de perder de forma consensual, a liberdade".

 

"Finalizamos a montagem da estrutura da balança as 9 da manhã e pedi aos amigos que ajudaram-me, que se retirassem o mais distante possível do lugar evitando de essa maneira ser vistos pelos transeuntes, associados a ação. Sem nada a quem perguntar, as pessoas não tinham mais opção que aproximar-se e perguntar-me a mim. 'Que é isso? É um protesto ou é arte?' 'Que quer dizer?, nos diga!” foram algumas das perguntas que se repetiram com mais frequência. E frente a cada pergunta, simplesmente me limitava a observar-lhes com olhar silencioso. Pretendia com isso que as pessoas soubessem que os escutava, que não os estava ignorando, estabelecendo assim uma comunicação".

"Mas ao mesmo tempo, ao não dar-lhes uma resposta verbal, obtinha deles muitas mais perguntas e muitas respostas. “Está pagando uma promessa”, afirmavam alguns. “Ele não pode falar” disse um homem, e outro agregou “Ele somente fala com os olhos”. Inclusive havia uma senhora que afirmou que eu pertencia a uma religião que não come bovinos e que o que estava fazendo era expor-me a essa situação para assim pagar as culpas das pessoas, motivo por qual muitos me agradeceram. E inclusive me pareceu escutar que um homem se aproximou e pediu-me que o abençoasse, por motivo de que falou em voz baixa e em português, não pude entender bem se foi assim ou não".

"Outra pessoa tomou-me de objeto para começar a evangelizar aos que estavam ali presentes, reapropriando-se da ação. Dizia, com voz forte e amplos movimentos de seus braços, que o que estava sucedendo era “a pura verdade!” Que as pessoas estavam presas no vicio da carne. Algumas outras pessoas me preguntaram se tinha sede e se queria água, ao que respondia movendo suavemente a cabeça indicando que sim. Bebi da garrafa que aproximavam aos meus lábios e inclusive alguns me refrescaram o corpo já dolorido e com calor excessivo, embaixo ao forte sol do meio dia, deixando cair a água sobre minha cabeça".

"Como as horas foram passando e a carne perdendo seus sulco, pouco a pouco minha pessoa foi pesando mais e inclinando-se a balança para meu lado. Um idoso, se aproximou e me disse em voz baixa: “Ás 10 da manha, quando passei, os ossos e a carne pesavam mais. Agora, as 2 da tarde, que volto a passar por aqui, vejo que você pesa mais. Será que finalmente a sociedade está mudando?” Muita gente me rodeava e os que tinham mais tempo ali, respondiam as perguntas que me faziam os que recém chegavam, de maneira tal que se armou um debate entre eles".

"Uma mulher que se abriu passagem entre os corpos, se aproximou-se com uma garrafa para oferecer-me água. Logo de tentar que lhe respondera o motivo da minha ação e escutar que alguém lhe dizia “Ele leva muitas horas ali sem falar com ninguém”, perguntou-me se queria que me comprasse algo para comer. Como lhe indiquei que não com um suave movimento de minha cabeça, preguntei se queria beber mais água já que podia ir comprar mais uma garrafa antes de seguir seu caminho. Concordei e ela desapareceu por entre as pessoas. Regressou durante poucos minutos, e enquanto me oferecia água, me perguntou se queria que me liberasse".

"Neguei com a cabeça, ao que ela respondeu? “Não podes seguir estando assim embaixo do sol. Pode passar mal. Vou te soltar” e começou a incitar as pessoas presentes a que me liberassem. Formou-se um debate. Alguns não estavam de acordo, diziam “Não lhe podem baixar, ele tem que pagar sua promessa”. A maior parte da população de Salvador da Bahia, com sua grande herança africana e embebida cotidianamente no culto do candomblé, o mais próximo para eles a uma performance, é o pagar uma promessa a um Orixá. É o que veem e entendem. E geralmente, se algo ou alguém rompe a cotidianidade do dia com uma ação, assumem essa situação como tal, apoiados em muitos casos, desde a palavra, a quem está executando seu pagamento".

"Mas a mulher conseguiu convencer aos presentes, e enquanto vários homens inclinavam com força a balança até meu lado (agora “nosso lado”) aproximando-me ao solo, ela começou a desatar os nós da rede. Mas como os minutos passavam e ela não conseguia liberar-me rapidamente de ali, pediu uma faca “Cadê a Faca!” gritou, e algumas pessoas foram buscar pelos postos de comida próximos. Alguém regressou com uma navalha e a mulher começou a cortar rapidamente um lado da rede, até que o o buraco foi grande suficiente. “Agora, sim quer, já pode sair”, disse. Mas ao tentar colocar-me de pé, meu corpo não respondeu. Me doíam minhas pernas e depois de cada tentativa caia novamente ao chão. Então um homem me carregou como se fosse uma criança. E eu me deixei carregar sem oferecer resistência. Queria deixar-me levar ate onde eles quisessem. Não mexia nem sequer meus braços, deixando cair-me ao lado de meu próprio torso".

"Então o homem que me carregava, tomou minhas mãos e as levou ao seu pescoço para que o abraçara, e assim, como se carregasse a uma criança dormindo, me retirou de dentro da rede enquanto os demais ainda tiravam da mesma os ossos e a carne, presentes em, na rede do outro extremo, elevavam o mais alto possível, quase como se voassem sem peso. Então o homem me levou a um banco próximo mas as pessoas começaram a gritar que não, que ali não. Que o banco em baixo do sol estava quente e que podia queimar-me. Então me levou a outro banco em baixo da sombra de algumas arvores e com suavidade me deixou ali recostado".

"Meu corpo doía muito. Dentro da rede, havia tentado perder a consciência dele, evitando assim sentir a dor. Mas agora…cada movimento era doloroso. Estive ali por mais de 10 minutos, até que Juan, meu amigo que havia estado fotografando, se aproximou correndo- Era a única pessoa da produção presente no lugar, e sendo neste momento descoberto pelas mulheres tomando fotos a uma distancia, havia optado por esconder-se evitando converter assim a ação em espetáculo. Havíamos falado já muito sobre isso e de como as vezes a câmera de fotos o vídeos presente no lugar pode ser associada a a ação modificando-a. Mas desde onde ele estava, ninguém o via, mas também ele não via nada, assim que se surpreendeu quando observou que uma das redes já estava vazia antes de que se cumprira as 8 horas pautadas e que um grupo numeroso de pessoas me rodeava no banco. Acreditando que me havia desmaiado, veio correndo com água".

"Mas sua preocupação desapareceu quando nos olhamos mutuamente e lhe indiquei com meu dedo índice que seguisse tomando fotos. Um código que por sorte ele compreendeu rapidamente. Me deixou a roupa dentro de uma sacola e voltou a desaparecer. Eu segui um tempo mais ali, tentando recuperar o movimento de meu corpo. Uma mão foi colocada em meu ombro direito. Virei minha cabeça e vi a mulher que havia iniciado o processo de liberação. Se aproximou do meu ouvido vindo por detrás e disse “Não sei qual era tua idéia, mas se teu propósito era comover as pessoas, conseguiste. A gente não pode seguir seu caminho deixando morrer a alguém baixo ao sol”.

 

"Olhamos nos olhos um do outro e lhe agradeci, esta vez com palavras. “Gracias”, lhe disse, e com um aperto de mãos antes que ela desaparecesse entre as pessoas. Um metros adiante, a balança quase não tinha espectadores. Já sem meu corpo fazendo contrapeso, os ossos e a carne ficaram pelo chão ainda presos, enquanto a rede que me tinha retido se balançava no alto, movida suavemente pelo vento. Feliz e emocionado com essa metáfora, me vesti e me afastei pouco a pouco deixando as pessoas falando entre elas. Uma imagem, pouco antes de sair da praça, me entristeceu. Um homem negro estava dormindo no chão. Sozinho. Com roupas velhas e rasgadas. Sem ninguém a sua volta. Invisível para a sociedade".

 

*Instalação Performática durante o festival MOLA (Mostra Osso LatinoAmericana de performances urbanas), 28 de Septiembre de 2010, Salvador, Bahia, Brasil. Fotos de  Juan Montelpare. Texto traduzido por Bruna P. Jung.

 

+ Facebook: http://www.facebook.com/cao.santiago

A dança tipográfica de Rick Astley.

quarta-feira, junho 09, 2010

dancing-typography

O artista gráfico, Roman Cortés, criou um experimento visual em que as letras de uma canção popular - Never Gonna Give You Up - são reposicionadas para compor as imagens de seu vocalista - Rick Astley - dançando em movimento fluido. Uma brincadeira criada em Flash, tanto simples quanto mágica, que eleva-se a condição do “poeticamente interessante”.

Experimente!

Virtualidade+Stencil+Graffiti = Inovação

sexta-feira, março 05, 2010



Como transformar e inovar uma arte já consolidada nas ruas e nos muros das grandes cidades? Myron Campbell dá a resposta e novos rumos ao stencil. 


+ 
http://www.openframeworks.cc/

The Art of Tim Burton.

quinta-feira, novembro 19, 2009

tim  5tim  4tim  6 tim 8 tim 9 tim 17tim  14tim 10 tim 13 tim 15 tim 16       tim  12 tim  11

Preciso falar alguma coisa?

http://www.steelespublishing.com/

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