Sério, genial!
Roubei lá no Uhull.
Primeira terça-feira de 2012. A promessa de que muitas outras terças serão repletas de criaturas que amam a leitura e despem-se por ela. A certeza de que a junção entre corpo e livro será muito mais recorrente.
Aqui, o fetiche só faz sentido quando a "epiderme macia", as curvas acentuadas e a voluptuosidade da carne estiverem acompanhadas de um livro, objeto que acrescenta ainda mais vantagens para quem o consome.
Moldando a mente, molda-se o corpo. E corpo é também encéfalo e olhar, campos onde realizam-se os jogos hipnóticos dos desejos.
Leia.
Te deixa sexy!
Toda grande mudança é precedida de caos, de grandes inquietações! Clichê, bem sei eu e todo o resto do mundo. Mas não custa repetir e tentar pôr essa verdade dentro do próprio coração.
Não farei promessas de melhoras, pois ainda serei o mesmo daqui a um ano, com os mesmos defeitos e erros. A diferença é que estarei um pouco mais cônscio deles e isso já é de muita ajuda.
O caos impera e me incomoda, na cidade, no estado, na vida. E o incômodo é que move meus sonhos, desejos e vontades. Tudo, certamente, vai mudar esse ano. Para o pior. Para o melhor. Para ambos os casos. E tem de ser assim, pois na real, aqui não é um filminho romântico, cheio de lições primorosas.
Já ouvi/li que a acomodação diante do caos é a melhor amiga da “manutenção das estruturas iníquas e dos estados de destruição”. É crucial que eu aceite a mudança para fazer a diferença. Fechando os olhos, respirando fundo e mergulhando no desconhecido.
Ilustração: "Herman Blume Takes A Dive", de Wendy Teague
"Eu não nasci para seguir
Eu vivo só por hoje, não me preocupo com o amanhã
O que eu tenho na minha cabeça você não pode comprar, roubar ou pedir emprestado
Eu acredito em "viver" e "deixe viver"
Eu acredito que você colhe o que planta
Eu já vislumbrei, eu já provei, lugares fantásticos
Minha alma é um oásis, maior do que o sol
Eu sou maior do que o sol"
Este é o momento do ano em que simulamos a utopia de uma vida de riqueza, em que imperam a preguiça, o não-trabalho e o foda-se acordar cedo! Porque, se o Coringa que é mau, pode comer a tia do Batman, por que eu não?
E agora, todo mundo comigo, nesta dancinha "ultra-dixcarada"!
Antes de começar, você sabe o que é o Siri? Explico: nada mais que um aplicativo no estilo assistente pessoal, que passou a fazer parte do iPhone 4S. Ele é interessante por sua capacidade em responder perguntas, dando recomendações e até mesmo executando ações por si mesmo. Digamos que seja um produto de inteligência artificial realmente eficiente e que faça sentido para ser usado na prática, no dia a dia.
Mas como toda boa máquina que se preze, haverá sempre um pequeno defeito que te faça perder o controle ou, como é o caso, te fornecer bons motivos de riso. Afinal, a vida para fazer sentido, precisa estar preenchida com adversidades, tais como as costumeiras situações difíceis, as doenças malignas e claro (porque não), pessoas idiotas que, por um motivo ou outro, te enervam a alma. É o que nos fazem humanos, ora bolas.
Enfim, veja por exemplo o site de tecnologia TheVerge.
Muito bem sintonizado nas modernidades da vida que é, compilou algumas pérolas respondidas por esses brinquedinhos lindos que todo mundo deseja e adora exibir. Abaixo alguns exemplos:
"Você é o vento sob minhas asas"
"Qual o sentido da vida? " "Eu não sei. Mas acho que há um aplicativo para isso".
"Qual o sentido da vida?" "42" (Vixe, essa só os nerds vão entender! Mas tudo bem, eu te ajudo!)
E nestes tempos "despirocados" que chamam de pós-moderno, tudo é motivo de remix, de paródias, de jogar macarrão quente no ventilador (para não dizer merda!). Bom representante dessa zorra pop, o grupo humorístico Rooster Teeth pegou carona nesses defeitos/qualidades e tramou mais um vídeo super bem produzido, em que iPhones começam a aniquilar os seus donos, usando e abusando de piadas prontas para geeks, com referências mil as fórmulas de filmes de horror clássicos. Em outras palavras, imperdível para quem gosta de bobagens.
Siri: The Holiday Horror Movie