TEMAS MUSICAIS PARA pedidos modernos de casamentos

quarta-feira, setembro 14, 2011

Atlas Sound - Shelia

 

Na canção, “Shelia” é convidada a ser a esposa do autor, compartilhando suas vidas e morrendo graciosamente um ao lado do outro.

Ao invés do batido “vamos viver juntos para sempre” opta pelo real “morra ao meu lado quando envelhecermos”.

 

 

Bonito pacas!

 

 

"Shelia,
Shelia,
You'll be my wife and share my life,
You'll be my wife, you'll share my life.
We will grow old,
We will grow old.
And when we die we'll bury ourselves,
And when we die we'll bury ourselves.
'cause no one wants to die alone
'cause no one wants to die alone
'cause no one wants to die alone
'cause no one wants to die alone
'cause no one wants to die alone
Shelia
Shelia
We'll die alone together,
Die alone together,
Die alone together,
Die alone together".

Enquanto isso, no Rio de Janeiro: Second Come

terça-feira, setembro 13, 2011

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Quem foi adolescente nos 90´s (e algumas almas iluminadas dos 2000) se arrepia de felicidade só em ver essa capa.

Tai um show que eu venderia a alma para estar presente e gritar/cantar faixa a faixa.

Aos que presenciarão esse evento magnífico, divirtam-se.

Enlouqueçam por mim!!!!

 

(Abaixo, resquícios da meninice roqueira porraloca)

 

 

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Autoajuda de segunda: não odeie a segunda...

segunda-feira, setembro 12, 2011

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... Ela não tem culpa de você se prestar a fazer e estar onde não quer.

Se odeia profundamente a segunda-feira, é porque odeia de modo igual o seu trabalho.

Será que você deve ser ameaçado(a) de morte pelo Tyler Durden para entender que o certo é dedicar-se àquilo que realmente é seu talento e lhe dá prazer?

 

 

 

 

 

 

 

 

Jornalista que não gosta de ler

terça-feira, setembro 06, 2011










Um texto do louco Duda Rangel em seu “Desilusões Perdidas”: http://desilusoesperdidas.blogspot.com/2011/08/para-gostar-de-ler.html



Jornalista que não gosta de ler tem uma dificuldade danada de escrever.
Jornalista que não gosta de ler se expressa com a fluência de uma Luciana Gimenez.
Jornalista que não gosta de ler é o que mais protesta contra o preço alto dos livros.
Jornalista que não gosta de ler perde o senso crítico. E do ridículo.
Jornalista que não gosta de ler engole qualquer merda que escuta de um entrevistado.
Jornalista que não gosta de ler só sabe falar das fofocas da redação na mesa do bar.
Jornalista que não gosta de ler passa parte da coletiva de imprensa com a cabeça na lua.
Jornalista que não gosta de ler fica a reunião de pauta inteira rabiscando seu caderno.
Jornalista que não gosta de ler adora reclamar que está perdendo espaço no mercado de trabalho.
Jornalista que não gosta de ler é igual a atriz pornô que não gosta de sexo”.




E eu acrescento esta alfinetada: jornalista que não gosta de ler pode nem ter assistido, mas deveria reconhecer esses dois filmes (ao menos isso!).

Autoajuda de segunda: ondas

segunda-feira, setembro 05, 2011

waves-deniac

 

"Você não pode parar as ondas, mas pode aprender a surfar".

A boa?

sexta-feira, setembro 02, 2011

deniac-wood allen

 

Nilismo, cinismo, sarcasmo e orgasmos. O resto, a gente corre atrás, moral!

 

 

 

 

Isso Que é Musica De Deus

quarta-feira, agosto 31, 2011

    
 
Não sei se é encenação, mas com toda certeza, esse é um dos virais mais hilários que já vi na minha vida!

Com os Muppets, os sonhos se tornavam reais

 

Uma música que foi sinônimo de diversão  para uma multidão de crianças que só aguentavam o programa da Mara Maravilha para assistir aos Muppets Babies.

 

Muito legal ainda é essa fiel interpretação do Leo Eymard. Assistam:

 

 

 

Cantemos:

 

Muppet babies
We make our dreams come true
Muppet babies
We'll do the same for you
When your room looks kind of weird
And you wish that you weren't there
Just close your eyes and make-believe
And you can be anywhere
I like adventure
I like romance
I love great jokes
Animal dance!
I´ve got my computer
I swing through the air
I play the piano
And I have blue hair - ha!
Me I invent things
Meep meep meep meeeeeep
Is everything all right in here?
Yes, nanny.
Muppet babies
We make our dreams come true
Muppet babies
We'll do the same for you
Muppet muppet muppet muppet
Babies babies babies
Make dreams come true

 

Drops do dia: o sono, as ruas e os ônibus

bud-gedoo-deniac

 

Sabe, é difícil acordar às 04:30 am com o céu ainda às escuras, a boca seca por uma apneia do sono mal curada e uma letargia mortífera que pesa as pálpebras com uma bigorna invisível. Mas é só lembrar do tempo que te trai a todo instante e das pequenas/muitas responsabilidades de uma vida adulta, que uma catapulta medieval mental projeta o corpo e seu vício por camas a uma distância que vai além do horizonte.

Em minutos, ganho as ruas iluminadas por postes cinzas e soturnos, ganho os céus cor de chumbo que hesita em trazer o sol ao seu trabalho habitual e ganho o asfalto molhado de orvalho de uma madrugada que passou rápida como uma infância repleta de alegrias e sabores.

 

***

Andando, me auto-induzo a um estado de hipnose, tentando enganar meu cérebro, mentindo para ele que essa é uma situação satisfatória, feliz e típica daqueles que vencem a vida com bravura e um sorriso de esperteza no rosto.

Dou-lhe um placebo imaginário para os confins desconhecidos do seu subconsciente, forçando-o a aceitar uma vida feliz via a virtualidade dos bons pensamentos positivos.

 

***

Durante o dia, cruzarei olhares com desconhecidos e conhecidos. Travarei relações determinadas não pelo meu gosto, mas pelas obrigações. Estas, determinadas outrora por minhas próprias escolhas, que só saberei que foram acertadas ou não quando perceber o final do processo.

Essas escolhas são nossos capatazes, mandando e desmandando nas nossas vidas. São os reais chefes, ditadores e senhores de punho forte. São o que uma grande maioria concebe ao mágico, chamando-o de destino.

 

***

Entro no ônibus, lugar que passei segundos, minutos, horas, dias e anos viajando dentro de sua alma barulhenta e feita de lata. Lá, tomei decisões importantes, tive sonhos cheios de candura e consumi grande parte da minha pequena biblioteca de pocket books.

 

***

Uma boa lembrança: na janela da última cadeira de um ônibus vazio, li a última frase de Neuromancer, de William Gibson. Ela me fez parir uma límpida lágrima solitária que nasceu para morrer no segundo seguinte neste mundo sujo e desalmado. Mas apesar da frivolidade do momento, percebi que ela era pura o suficiente para refletir as luzes da cidade. Por instantes, brilhou no meu rosto a promessa de que, apesar de tudo, a ternura ainda se faz necessária: ela é a semente de uma árvore grandiosa que só cresce quando a gente acredita.

 

 

Ilustração: "Bud", de Gedoo, artísta gráfico chinês.

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