A conclusão: os dois!
E sim, seus nerds, ela está lendo "Fragile Thing" (Coisas Frágeis), o livro de contos do deus!
E sim, nerds-stalkers, ela existe: http://ifthisisajoke.tumblr.com/post/999256080/i-couldnt-resist-making-reading-a-bit-more-fun-as
...Pois este é um dos melhores feriados do ano! Além disso, quero chamar urubu de "meu lôro" com muito "bunbalêlê" até o amanhecer!
Radio Dept.- I Don't Need Love, I've Got My Band
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"Já não espero mais sua chamada
Seu silêncio realmente diz tudo
Você tem seus amigos
Eu entendo
Eu não preciso de amor... Eu tenho minha banda"
Concordo em gênero, numero e grau quando proclamam por aí o fim do Myspace ou o desserviço do Myspace no mundo da música. Nunca “fui com a cara” daquele lugar poluído e pesado de carregar, sempre optando em buscar conhecer um grupo na leveza do Youtube e até mesmo o 4shared.
Mas eis que os deuses da web criam um ambiente ideal para bandas divulgarem seus trabalhos, conectando-se perfeitamente aos anseios minimalistas do mundo 2.0.
É o Bandcamp, serviço que hospeda gratuitamente músicas, com a possibilidade de streaming rápido, que lucra baseado no esquema da consignação: você deixa suas canções por lá e o sistema faz todo o processo de vendas.
Além disso, há possibilidades de “embed” aos fãs para postarem em seus blogs e pela internet adentro. Enfim, um sistema interessante, completo e quem sabe, pode até te dar uma grana!
Vai lá: http://bandcamp.com/
Um exemplo de como o sistema funciona:
Oito ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em harmonia de pensamentos, garantiram na última quarta-feira (15) o direito de cidadãos realizarem manifestações de qualquer tipo.
Agora é contra a lei proibir protestos e eventos públicos. É contra a lei sufocar a liberdade de gritar nas ruas. É contra lei a repressão por todas as mudanças que precisamos, por todas as revoluções necessárias que ainda faltam acontecer.
Mas apesar das aparências, isso não resolve. Estamos liberados apenas para clamar pelo melhor. Mas para o melhor acontecer, só mesmo o exercício da liberdade de expressão coletiva para fazer a diferença.... Mesmo que essa diferença faça apenas cócegas no Grande Irmão.
“Somos todos idosos, pretos, travestis? Somos todos nordestinos, bolivianos, paulistanos, vira-latas. E somos livres! Em casa, somos poucos. Juntos, somos todos.
E essa cidade é nossa!"
+ http://www.marchadaliberdade.org/quem-marcha-pela-liberdade/
Ilustração: "Manifesto", de Matheus Lopes
... Banhando-se em cultura, perfumando a pele com alfarrábios, imersa em "litros de livros", saboreando cada bolha de letras escorrendo pelo corpo.
A leitura é sexy!
Foto: http://www.flickr.com/photos/bad-pixel/4960477438/
Definitivamente, ela é!
Ao menos para quem tem o prazer de passar boas horas debruçado sobre páginas e suas trilhas elegantes de letras, que fazem nossos olhos “ir e vir’ em uma hipnose sensual que nos abastece - por pior que seja o livro - de conhecimento ou senso crítico.
E já que essa constatação foi defendida em público primeiramente pela artista americana Sara Hutter, acho justo homenagear aos cultuadores da prática com imagens que mesclem o sensual e as letras.
Assim, as terças estarão repletas de meninas (e lógico, de meninos) que traduzam este momento cada vez mais raro. E nada de me rotular de sexista, machista ou que tais, pois o pobre rapaz aqui defende apenas um mundo utópico em que a beleza está nas mãos de quem lê!
Além disso, “leitura” é substantivo feminino!
;-D