Groove hipnótico. Reverberações tranquilas. Trilha certa para uma Babilônia soteropolitana que teima em não queimar.
Bemba Style - Radiomundi
segunda-feira, abril 11, 2011
Autoajuda de segunda: Você é o seu trabalho?
É o quanto tem no banco? É as roupas que veste? Em caso positivo, as coisas que você possui é que te possuem. Elas são os seus reais capatazes!
Desprenda-se…
TEMAS MUSICAIS PARA dançar com senhoras sob efeito de MDMA
sexta-feira, abril 08, 2011
Sexta-delírio parte 01: a definição exata da palavra “sexy”
A prova de que tudo quando é bem escondido, é bem mais quente!
...
quinta-feira, abril 07, 2011
Hoje, dia 07 de abril de 2011, ficou-se comprovado que a sociedade está doente. Da minha parte, envio pelo coração, minhas sinceras condolências às vítimas e aos familiares.
Além disso, um apelo: não comprem revistas, livros, documentários ou filmes que possam sair em breve, tratando deste assunto horrível.
Não consuma esta tragédia!
Não consuma esta chacina!
Não consuma a manhã deste dia!
Le Flâneur
quarta-feira, abril 06, 2011
Flâneur é uma palavra francesa,
podendo ser traduzida como ''Flanador''. É usada geralmente para se referir a
pessoas que gostam de “curtir” a rua de um modo mais meditativo. Esse estilo de
observação urbana foi assim chamado pelo poeta Charles Baudelaire.
Em síntese, flanar é observar as
ruas, enquanto caminha-se tranquilamente. É andar percebendo detalhes, buscando
uma percepção diferente da cidade. Na época de Baudelaire, a prática era usada
por escritores, poetas, artistas e jornalistas, buscando inspirações para seus
poemas, contos ou mesmo crônicas sobre a cidade.
Atualmente, existem alguns flaneurs que aderiram as novas
tecnologias tais como o celular para andar e descrever poeticamente a cidade. Outros,
como o estudante Luke Shepard, usam câmeras profissionais (D90) e fotografam
ângulos espetaculares quadro a quadro para pôr em movimento. O resultado
é o vídeo acima, no qual Luke sintetizou o olhar do flâneur moderno.
Serendipidade: a genialidade através do acaso*
terça-feira, abril 05, 2011
Estava aqui pensando...
Nas coisas que nos impulsionam. Nos fogos interiores que queimam nosso coração. Nas energias que nos movem sempre adiante. Estava tentando compreender como elas se desenvolvem e de onde surgem.
Essas forças invisíveis parecem ter vários nomes: entusiasmo, inventividade, genialidade, brilhantismo, criatividade. Tão necessárias e tão dispersas no tempo, no ar... Parecem que voam ao ritmo do caótico, tomando fortuitamente o corpo de almas ávidas por elas.
A questão: como capta-las? Como embala-las em recipientes para dela tomarmos? Principalmente, nos dias em que o cansaço mortífero nos dá seu abraço de efeito retardante! Como consegui-las sempre que for necessário?
Às vezes elas me tomam. Mas nunca tinha notado como. Desde hoje, desde agora...
Percebi que só acontece quando há algo mágico no momento. Essa sobrenaturalidade na verdade, é uma série de fatores positivos que parecem fora do nosso mundo. É preciso que tenhamos, no fundo de nossas mentes, um bom repertório de tudo o que gostamos. Para isso tem-se que “comer com a mente” o mundo e suas histórias. O mundo e suas coisas. O mundo e suas pessoas que andam por aí.
Depois, precisamos deixar a mente sempre livre de tudo o que é ruim. Ela precisará respirar o oxigênio dos pensamentos desconexos e impossíveis. Ela precisará esquecer da realidade e cair em seu próprio mundo de impossibilidades. Precisará ainda, da magnitude do olhar calmo e que ama os mínimos detalhes que gritam a nossa volta.
Por fim, quando tudo estiver pronto, quando tudo estiver em seu devido lugar, ela se jogará no mar delirante do acaso, ela usará nossas histórias, nossos pensamentos e nossas coisas, para misturar com as histórias, com os pensamentos e as coisas, de outras pessoas.
Então, ela envolverá todo o seu corpo e subirá ao coração. Irá até à mente, fazendo chover idéias na terra árida do pensar. Germinará o verde esperançoso de força, de alegria e de quem sabe, inspiração... Talvez, o único, pequeno e inefável fragmento para uma vida plena de possibilidades.
Então, descobriremos uma verdade que é descoberta todos os dias há milhares de anos: Nós temos tudo dentro de nós mesmos!
* Você sabe o que é? http://pt.wikipedia.org/wiki/Serendipidade
Autoajuda de segunda: Hábitos
segunda-feira, abril 04, 2011
“Pensamentos viram ações. Ações viram hábitos. Hábitos viram o caráter. E o caráter vira o seu destino”.
Massa, né? Mas não é minha não. É do James C. Hunter! 8-D
Uma frase…
sexta-feira, abril 01, 2011
Para ver se destravo a mente!
“Nos campos da observação, a sorte só favorece a mente preparada”. Louis Pasteur
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