TEMAS MUSICAIS PARA geeks enamorados
domingo, março 27, 2011
Ideias, criatividade e David Lynch
Na sexta, é só delírio!
sexta-feira, março 25, 2011
Mixed media illustration of Thom Yorke

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Enquanto isso, na Bahia: 29a. Bienal de São Paulo
quinta-feira, março 24, 2011
Começa nesta sexta-feira (25/03), a aguardada itinerância da 29a. Bienal de São Paulo, no Museu de Arte Moderna da Bahia. A abertura acontece às 19h, mas a visitação ao público inicia no sábado, 26/03, indo até 29 de maio.
A exposição aconteceu em São Paulo no período de setembro até dezembro de 2010. Tem como ponto reflexivo as relações entre arte e política, como se relacionam.
Uma grande momento a se visitar na exposição, é a galeria 03, dedicada ao artista Anri Sala. O albanês se destaca pela obra “Le Clash”, no qual som, luz, cor e arquitetura formam “lugares sociais, espaços de ação e de lembrança”.
Para ser mais claro, “Lê Clash” é vídeo que mostra uma casa de shows punk abandonada em Bordeaux, na França. Interessante como ele pensa um lugar, de como uma rua, uma casa ou um club, como é o caso, é capaz de reter memórias do passado e das pessoas que ali estiveram.
Assim, ouve-se trechos de Should I Stay or Should I Go?, do The Clash, tocando de modo suave, como ecos de um tempo que passou, como uma memória de paredes e assoalhos que foram, literalmente, palco de muitas histórias.
Assista a um trecho de "Le Clash":
TEMAS MUSICAIS PARA relacionamentos rompidos
Se não gosta, seja sincero e caia fora. Ou faça uma linda canção que explique tudo, assim como o velho Mayer aí fez!
Sexo grátis?
Pergunte-me como!
Um caderninho, um rabisco e um buraquinho na areia, quem diria… Juntos, têm o poder de total falência da moral e dos bons costumes!
(S)Pray for Japan in Salvador: reze pelo Japão
quarta-feira, março 23, 2011
No vídeo abaixo, uma síntese do momento:
Um pause para reconstruir
quinta-feira, março 17, 2011
"The sky above the port was the color of television, tuned to a dead channel".
(O céu do porto tinha a cor de uma TV ligada num canal fora do ar)
William Gibson, Neuromacer
Mantras zen-budistas ecoam de modo calmo em autofalantes envelhecidos. Embalam o fim do dia horrorosamente quente que se passou. Enquanto o corpo desfalece devagar no sofá, a mente conecta-se veloz ao mundo subconsciente.
Desligado de tudo o que existe por alguns minutos, o pensamento se extingue, dando espaço a um vazio relaxante que emula uma sensação de leve flutuar por um éter invisível. Nesta realidade, passageira mas intensa, as luzes da sabedoria se acendem milagrosamente.
Iluminam caminhos inesperados, que jamais seriam escolhidos. Dão alternativas certas, mostrando a cegueira da razão. Beijam nossas cabeças confusas e assopram boas idéias criativas. Sorriem silenciosas entre as densas nuvens eletroquímicas do cérebro.
Ao despertar, voltando para o concreto, percebemos finalmente, que o menos é mais, o pouco é muito e o vazio a tudo preenche.
Percebemos ainda que em nossas vidas, corridas e desgastantes, a simbologia do botão “pause” se faz mais que necessária. Os mantras se interrompem. O mundo parece melhor.
Desconecte-se e ouça o silêncio.
Television Sky by Lowlight on Mixcloud
