O Cisne Negro por um fan art

quinta-feira, fevereiro 24, 2011




Você que adorou BlackSwan e é um perfeccionistaneurótico, dedicado, cheio de pressão social, familiar e pessoal, tentandoprovar sei-lá-pra-quem que é foda, baixe este lindo wallpaper feito por um fan art maluco chamado Quilaquil Kirk.

Clique aqui e não seja feliz.


Uma canção para Dexter Morgan

quarta-feira, fevereiro 23, 2011



Você, pessoa antenada, que ama sci-fi, música, cinema, televisão e tecnologia, vai adorar o som dos americanos do 9giants.

Em tempos de “mais do mesmo” ou do “nada se cria tudo se copia”, mandaram bem nessa boa sacada de se inspirarem no seriado Dexter para dar vida a canção “Monster Mouth”. Por incrível que pareça, o refrão me remete muito ao grupo R.E.M. 

Boa trilha para os fãs do serial killer mais legal do mundo.

Momento Roland Barthes: transformando um elefante em Pelé

Dando sentido a tudo que o que o rodeia, o homem definiu o signo como "aquilo que está no lugar de alguma coisa". O signo existe para remeter  algo fora dele mesmo, ou melhor, para representar o que não é dele próprio.

O artista inglês Paul Trevillion,  foi a um programa da Sky Sports e transformou um desenho de um elefante em um retrato de Pelé. Sem querer (ou querendo), provou que os signos refletem e refratam a realidade visada pela representação.

Ou seja, qualquer coisa pode representar qualquer outra coisa, bastando apenas inventar um sentido.

 

Saca?

Autoajuda de segunda: Tentativa não há

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

 

Luke - Eu não acredito nisso.

Yoda - Por isso que você falha.Tentar não. Faça, ou não faça. Tentativa não há.

 

 

Tentar é fazer com a intenção de falhar!

Na sexta, um delírio

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

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Abra-se para o novo e o inusitado!

Três parágrafos para o bom jornalismo


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“Acho que o jornalismo, e não o Times, está sendo ameaçado pela internet. E o principal motivo é que a internet faz o trabalho de um jornalista parecer fácil. Quando você liga o laptop na sua cozinha, ou em qualquer lugar, tem a sensação de que está conectado com o mundo. Em Pequim, Barcelona ou Nova York...

Todos estão olhando para uma tela de alguns centímetros. Pensam que são jornalistas, mas estão ali sentados, e não na rua.

O mundo deles está dentro de uma sala, a cabeça está numa pequena tela, e esse é o seu universo. Quando querem saber algo, perguntam ao Google. Estão comprometidos apenas com as perguntas que fazem. Não se chocam acidentalmente com nada que estimule a pensar ou a imaginar.

Às vezes, em nossa profissão, você não precisa fazer perguntas. Basta ir às ruas e olhar as pessoas. É aí que você descobre a vida como ela realmente é vivida”.

Gay Talese

John Lennon e a Morte do Cisne

 

 

Uma cacetada vinda das ruas, bem no meio da mente fechada e egoísta da elite cultural!

Autoajuda de segunda: conecte-se

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Conecte-se como o que há de melhor em seu coração. Conecte-se com o que realmente te faz bem. Há vários caminhos, infinitas direções. Escolha qualquer uma, contanto que faça o que tem que fazer.

Você é aquilo com o que se conecta!

 

 

Ilustração: "Fields", de Luís Alves 

+ http://www.flickr.com/photos/urban-myth/

Na sexta, um delírio: faça a coisa certa

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

 

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Mr. Pink - “Matou alguém?”

Mr. White  - “Tiras”

Mr. Pink - “Não matou pessoas de verdade?”

Mr. White - “Não, só tiras”

 

Faça sempre a coisa certa, e acrescentadas outras coisas vos serão.

 

 

Yeats e a arte de conquistar mulheres com poesia

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

 

Em um texto muito bem humorado e interessante, o jornalista Scott Raab dá uma dica um tanto fora do comum, lá na sua coluna da ‘antenadísima’ e ‘testosterônica’ revista Squire: nada de esnobismos, conversas fiadas e já manjadas. O lance para surpreender e conquistar uma mulher, está na ação de ler e por no coração os poemas do irlandês William Butler Yeats.

Só isso.

Claro que a ideia não é parecer um babaca arrogante, metido a culto, cuspindo frases decoradas à toa. É sorver a essência do poeta, para que as conversas iniciais sejam repletas de frases inspiradoras, encantadoras e quem sabe, até engraçadas. Pois nada melhor do que fazer uma garota (o?) rir (não da forma pejorativa, ao menos) de suas gracinhas e gracejos.

Concordo com o Scott.

Qualquer um pode fazer um “remix narrativo” dos grandes clássicos e usa-los de modo inteligente, fazendo assim a grande diferença. E ele ainda tira onda: “Não me agradeça. Apenas leia Yeats”.

Para finalizar, aqui está um trecho de “Aedh deseja os tecidos dos céus”, um dos melhores poemas do Yeats, cheio das nuances básicas que resumem o tema. Tente na prática, se for capaz:

“Fossem meus os tecidos bordados dos céus,

Ornamentados com luz dourada e prateada,

Os azuis e negros e pálidos tecidos

Da noite, da luz e da meia-luz,

Os estenderia sob os teus pés.

Mas eu, sendo pobre, tenho apenas os meus sonhos.

Eu estendi meus sonhos sob os teus pés

Caminha suavemente, pois caminhas sobre meus sonhos”.

 

Agora, o original em inglês, para não perder a métrica:

"Aedh wishes for the cloths of heaven

Had I the heavens’ embroidered cloths,

Enwrought with golden and silver light,

The blue and the dim and the dark cloths

Of night and light and the half light,

I would spread the cloths under your feet:

But I, being poor, have only my dreams;

I have spread my dreams under your feet;

Tread softly because you tread on my dreams".

 

P.S: E esse desenho de Jillian Tamaki? Ilustrou direitinho a matéria!

+ http://www.jilliantamaki.com/

   http://apoesiadeyeats.blogspot.com/

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