Amanhã, em meus headphones: O balanço visceral de RJD2.

domingo, janeiro 31, 2010

RJD2deadringer

RJD2 é balanço pesado, que flerta com as variações do hip-hop, trip-hop, soul music, ruídos eletrônicos e tudo mais o que se pode fazer com duas pick-ups.

É música para as ruas, para os grandes centros urbanos, para quem se locomove com trilha sonora, esquecendo-se dos engarrafamentos, das multidões nas calçadas e sendo levado à andar sobre grooves alucinantes.

Drop out, man!

 

 

 

 

Myspace: http://www.myspace.com/rjd2

Baise Moi

quarta-feira, janeiro 20, 2010

baisemoi

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Duas garotas perdidas na vida, sem escrúpulos ou moral, com “encosto” de Nick e Mallory Knox, doidas por sexo com desconhecidos e que se esbaldam em uma trip alucinada pela noite, recheada com muitas drogas, roubos e assassinatos. Esse é o mote de Baise-Moi, uma produção independente francesa, sem frescuras e que pega pesado.

As personagens, poderiam ser tranqüilamente as namoradinhas de Alex Delargue, tamanho é o gosto delas por ultra-violência. As tórridas cenas de nudez são uma violência visual à parte: não faltam púbis sendo desmatadas, vulvas menstruadas, masturbação masculina, muitos fellatios e blow jobs.

Com o filme, me veio duas certezas: A primeira é que sexo explícito nos agride muito mais que cenas de mortes. Uma família assiste sem constrangimentos um Rambo estraçalhar centenas de homens de uma só vez. Mas um close de uma glande adentrando uma vagina é uma imoralidade sem precedentes. Um fato que torna nós, seres humanos, realmente bichos muitos estranhos nesses aspectos.

A segunda certeza pode até parecer “cristã”, mas talvez seja uma verdade crucial, assim como é a gravidade: em um universo em que tudo é permitido, o horror é uma conseqüência inevitável.

Trailer Oficial:

 

O silêncio dos livros.

sábado, dezembro 12, 2009

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O silêncio é algo inerente aos objetos. Claro, sem vida não há movimento. E sem movimento não há atrito. E sem atrito não há som. E nem ao menos como o vento, os objetos são. Uma solidão permanente e calada.

O livro, em específico, é o charme da solidão. Junto à esse isolamento tão sexy, há o silêncio necessário das letras impressas. A relação quase “simbiótica” entre humano e livro, que só é completa quando há o silêncio. A leitura é como se fosse um micro orgasmo da relação entre mente, livro e o silêncio.

Alguém, em algum lugar do mundo, percebeu que a solidão é necessária. Essa pessoa é Hugo Miguel Costa, um livreiro português, de Portimão (que também mantém o Café dos Loucos). O patrício descobriu que, ao menos na companhia culta e prazerosa da multidão ‘orgiástica’ de uma boa biblioteca, o silêncio dos livros é algo à ser contemplado!

 http://www.osilenciodoslivros.blogspot.com/

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Pendure a bandeira preta na ponta do mastro!

quinta-feira, dezembro 10, 2009



Aprenda porque a Pirataria é legal com os personagens do programa infantil Lazy Town.

     “Faça o que quiser pois um pirata é livre, você é um pirata! 
    Yar - har - fiddle-dee-dee, ser um pirata é certo pra mim!
 
    Faça o que quiser pois um pirata é livre, você é um pirata!

    Você é um pirata! (yay!)   

    Começamos com um mapa (um mapa!) para nos levar a caixa escondida, que está trancada por cadeados (por cadeados!) e enterrado bem longe.

    Nós escavaremos até a caixa ( a caixa!) e encontraremo-a cheia de prêmios

    Abriremos os cadeados, e então diremos "hooray!"
 
    Yar - har - fiddle-dee-dee,     Se você ama navegar o mar, você é um pirata!   

    Ancora pesada!

    Yar - har - fiddle-dee-dee, ser um pirata é certo pra mim!
 
    Faça o que quiser pois um pirata é livre, você é um pirata!
 
   
Arr - yarr - ahoy and avast dinky-dink-dink - a - dinkadefast!

    Pendure a bandeira preta na ponta do mastro! você é um pirata!

    Ha ha ha (yay!)

    Navegamos afastados (baixar a maré!), a aventura espera em cada costa!

    Baixar a maré e exploramo-lo(ya-har!) e corra e pule todo o dia (yay!)

    Nós flutuamos em nosso barco (nosso barco!) até sua hora de abaixar a ancora, pendure então nossas roupas (aye-aye-aye!) até que nós navegaremos outra vez!

    Yar - har - fiddle-dee-dee,
 
    Se você ama navegar o mar, você é um pirata!   
 
    Terra ho!

    Yar - har - fiddle-dee-dee, ser um pirata é certo pra mim!
 
    Faça o que quiser pois um pirata é livre, você é um pirata!
 
    Yar har vento atrás de você, onde quer que você vá.
 
    Céu azul acima do oceano azul abaixo, você é um pirata!

    Ha ha ha!
 
   
Você é um pirata!”

= Pause =

quinta-feira, dezembro 03, 2009

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Porque logo mais, haverá um “Play”.

Um lugar para estar (Ou trabalhar?): Google Swiss Headquarters

terça-feira, dezembro 01, 2009

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Os engenheiros suíços da Google não têm do que reclamar. A filosofia da empresa que prega a junção entre trabalho e lazer, prova que é possível essas duas atividades tão dispares estarem  ligadas.

E isso se expressa de forma magnifica nessas “Workstations”. Ou, para ser mais condizente, nestes  “Engineering Hubs”, que talvez sejam o mais divertido e aconchegante ambiente de escritório de todos os tempos.

Por isso, proponho: Morramos de inveja!

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Nestekidesolulta.

segunda-feira, novembro 30, 2009

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Em um pequeno mundo de cristal liquido, sorria graciosamente. Um sorriso de apenas um segundo ecoando pela eternidade. Sorria por estar presa em milésimos de segundos congelados no tempo, sem a preocupação, sem pensar na falta de bens, sem o peso invisível de tudo aquilo que ainda lhe faltava na vida. Era a mais pura alegria que repousava no universo de seu cristal liquido, no fundo do bolso da calça. Também um seguro e confortável mundo à parte.

Mas, mesmo a boca e os olhos que juntos riem, que se acendem na noite escura, brilhando incandescentes como pirilampos de neon, mesmo esses olhos e bocas jamais conseguirão esconder as marcas que um coração encharcado de saudades possui. E o eterno sorrir contaminou-se novamente. E a vida árdua tomou conta novamente de cada partícula eletrônica sua.

Assim, sem pensar duas vezes, desejou profundamente que o lítio parasse de agir. E como tudo aquilo que se deseja fortemente acontece, a bateria chegou em sua carga mínima e finalmente, desligou-se.

نهاية

Pod-Crônica: Deixe Ela Entrar.

sexta-feira, novembro 27, 2009

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Trilha:  1 - Johan Soderqvist - Then We Are Together

            2 - Per Gessle - kvar I Min Bil 

Download

[Caso não entende porríssima nenhuma do que eu disse, leia o texto]

 

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Você acreditaria se eu te dissesse que dois atores mirins, em seus 12 ou 13 anos cada, conseguem passar mais veracidade, elegância e (pasmem) sexualidade, conferida à situação do amor-impossível-entre-uma-pessoa-comum-e-um-ser-das-trevas? E se eu te dissesse que eles fazem isso de forma infimamente superior ao que muitos blockbusters que invadem nossas tvs, blogs, twitters e mente, sugerem? 

A grande mídia, poderosa que é, através dos seus excessos, nos impõem pela repetição, uma falsa arte que só sobrevive devido à osmose. Uma mentira repetida diversas vezes, que torna-se uma verdade absoluta. E assim, o mito, nasce sempre da repetição!

 

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É o seguinte:

A estupidez, a violência e a corrupção são alguns dos diversos elementos que tornam a “maldade homo sapiens” em algo que está no patamar de gerar o verdadeiro medo e terror no interior das almas inocentes. É o caso do filme “Deixe Ela Entrar” (Let the Right One In, 2008).

O monstro, não é uma garota estranha que ataca pessoas para sugar-lhes o sangue. O mostro, é a covardia de um bando de meninos, que sem nenhum motivo maior, escolhe um “xucro” entre os muitos pequeninos do playground, para lhe aplicar sovas e humilhações, dia após dia.

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Por isso:

Se tudo que lemos ou assistimos deve ter consigo um fundo moral para nos auxiliar na dura tentativa do que pode-se chamar de vida, atrevo-me a conceber o seguinte fundo ético à película em questão: A maldade humana, sempre estará acima de qualquer monstro, seja ele de origem sobrenatural, alienígena ou resultado de uma mutação químico/cientifica.

E só para acresentar, deveras, digo hoje:

Desde “Carrie, a estranha”, nunca tinha visto um final tão visceralmente apoteótico quanto esse!

E por esse motivo, sozinho, no escuro do quarto, fiz “Clap, Clap, Clap!!!!”.

O livro de Cabeceira

quarta-feira, novembro 25, 2009


Cinema, literatura e uma relação ritualística (quase sexual) com as palavras. Disponível nos melhores sites de downloads.

Crepúsculo: Irrigando as menininhas.

segunda-feira, novembro 23, 2009

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O grande questionamento a ser feito na saga Crepúsculo não é o fato de ser uma pobre produção sobre um romance adolescente-vampiresco. O que leva a tecer qualquer tipo de contestação é: Qual o grande motivo do alvoroço “burburínico” criado por uma legião de adolescentes famintas pelos personagens dessa adaptação?

Ok, não li o livro e nem pretendo. Não é o tipo de literatura que me apetece (assim como J.K Rowling e seu Harry Potter), mas me angustia esse frisson “beatlemaniaco” pela coisa em si.

Santo deus, adorar qualquer livro, filme, música, artista não faz mal a ninguém, é algo compreensível no universo de protuberâncias de espinhas que é a adolescência, mas isso é deveras, incompreensível:

O que me impressiona é como a indústria cultural ridiculariza algo tão elegante, inteligente e sexy como são as histórias de vampiros. Como é horrível rebaixar todo um clima gótico, com elementos de um horror romântico, em uma espécie de Rebeldes chupadores de sangue.

Antes de tudo, as garotinhas não deviam esquecer: Vampiros são seres diabólicos, guiados por Satanás. São filhos do mal mesmo, das trevas, do tinhoso, do coisa ruim. Só essa premissa, se fosse seguida à risca, já afastava uns 80% de púberes “suspirantes”.

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Não apenas por isso, mas por outros elementos, a saga Crepúsculo torna o vampirismo em algo falso, adolescente, infantil, fruto de uma provável literatura que interpreta erroneamente o maligno.

Um vampiro é guiado essencialmente por um desejo nunca saciado de fome, sede, sangue e luxuria! Uma família de vampiros “vegetarianos” é inconcebível. E uma “família” é mais contraditório ainda!

Mas enfim, qual a explicação para o sucesso de um filme em que atores acham que interpretar um vampiro é somente ofegar profundamente, sempre olhando de soslaio?

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Deus me perdoe, mas a única explicação dessa grande baboseira ter tamanho sucesso, só pode ser uma: A capacidade dos rapazes branquelos ou dos índios-lobos de perucas ouriçarem as …hum… meninas.

E só.

Mas esqueçam. Tenho 31 anos. Devo estar velho. Considerem a rabugice.

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