Um mix de épocas, referências e tendências que tomou forma na última noite de Halloween.
Vive muitas vidas aquele que lê. Acumula experiências diversas quem se afoga em páginas. Erra menos na escrita formal e no roteiro da vida quem sempre está lendo.
Dá para sentir o peso das alegrias e das dores nunca vividas. Dá para cansar os olhos por ir dormir tão tarde até o final de um imenso capítulo. Você vibra, odeia, ama, além é claro, de te deixar mais arguto.
E garotas gostam de rapazes cultos. E garotos gostam de moças cultas. E garotos gostam de garotos cultos. E moças gostam de moças cultas. Mas para os sexos, uma regra deve existir: não é por você estar um pouco mais esperto que precisa ser necessariamente mais chato e boçal. O negócio é ser legal. É o único elemento que pode te deixar mais sexy. Depois da leitura, claro.
Foto: http://howtokillyourheroes.tumblr.com/post/58346653995
Para uma, duas ou três esperanças perdidas, melhor tomar o dobro de coragem, ousadia e sim, um “dane-se” raivoso. Desejos não estão por aí para serem realizados. São esboços quiméricos que só servem para nos impulsionar. Um, dois, três recomeços. Ou quantos você achar melhor, é tudo o que precisa. Bote para quebrar, peregrino! Você sabe exatamente o que tem que fazer.
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A ilustração deste post é da autoria de Paul Madonna, e faz parte da série “All Over Coffee”, publicada semanalmente no San Francisco Chronicle. São desenhos poéticos, que exibem certo vazio arquitetônico, falando através de placas sutis dentro da ambientação ou mesmo pelos textos escritos ao lado do quadro.
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A seção “Autoajuda de segunda” é uma brincadeira, que mais desconstrói do que realmente ajuda. Não leve isso a sério. Como o próprio nome diz, é de segunda categoria.
Os “supercultuados” Pixies lançaram o EP-1, álbum com quatro músicas inéditas (Andro Queen, Another Toe In The Ocean, Indie Cindy e What Goes Boom).
Primeiro trabalho de estúdio desde Trompe Le Monde (1991), EP-1 tem a produção de Gil Norton, o mesmo de Doolittle (1989) e Bossanova (1990).
O clipe em questão é Andro Queen, que contém a sonoridade típica do grupo: guitarras nostálgicas e letra surrealista que nos remete a alguma espécie de musa desconhecida (?), já que a palavra Andro é um prefixo grego que significa “macho, homem, ou masculino”. Além disso, há um trecho cantado em Esperanto, deixando tudo ainda mais enigmático.
Andro Queen vem ao mundo já com ares de “clássica”, e tenho a ousadia de inseri-la entre as canções mais belas do grupo.
Foram prensados 5 mil cópias em vinil, e o disco pode ser adquirido neste link: http://www.pixiesmusic.com/ep1-row-detail/
A arte do álbum é do britânico Vaughan Oliver, criador de capas incríveis para a maioria das bandas do selo mítico 4AD.