Luis Arturo Aguirre. “Desvestidas”. #photospaña
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sexta-feira, outubro 25, 2013
Luis Arturo Aguirre. “Desvestidas”. #photospaña
#Giganto Terminator
domingo, outubro 20, 2013
#Giganto Terminator
O cinema surrealista por David Lynch
sexta-feira, outubro 18, 2013
STORYTELLER–NUDE: Playboy hardcore
quarta-feira, outubro 09, 2013
Wear About: olhar fashion sobre a Índia
terça-feira, outubro 08, 2013
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Pixies lança clip de Andro Queen
Os “supercultuados” Pixies lançaram o EP-1, álbum com quatro músicas inéditas (Andro Queen, Another Toe In The Ocean, Indie Cindy e What Goes Boom).
Primeiro trabalho de estúdio desde Trompe Le Monde (1991), EP-1 tem a produção de Gil Norton, o mesmo de Doolittle (1989) e Bossanova (1990).
O clipe em questão é Andro Queen, que contém a sonoridade típica do grupo: guitarras nostálgicas e letra surrealista que nos remete a alguma espécie de musa desconhecida (?), já que a palavra Andro é um prefixo grego que significa “macho, homem, ou masculino”. Além disso, há um trecho cantado em Esperanto, deixando tudo ainda mais enigmático.
Andro Queen vem ao mundo já com ares de “clássica”, e tenho a ousadia de inseri-la entre as canções mais belas do grupo.
Foram prensados 5 mil cópias em vinil, e o disco pode ser adquirido neste link: http://www.pixiesmusic.com/ep1-row-detail/
A arte do álbum é do britânico Vaughan Oliver, criador de capas incríveis para a maioria das bandas do selo mítico 4AD.
Lei natural da sobrevivência
segunda-feira, outubro 07, 2013
Capa da revista Bloomberg Businessweek, que na semana do dia 03/10, estampou o empresário Eike Batista sob o título: "Como perder uma fortuna de US$ 34,5 bilhões em um ano".
As coisas estão estranhas, meu caro, e não sei fornecer maiores significados. O frio que toma conta todo o tempo (e somente) na sola do pé, é um indício do que estou tentando dizer. Cresci, e agora percebo que estamos dentro de uma disputa acirrada de realizações de sonhos, em que todos precisam ser felizes.
Mas o dia a dia, meu velho, tem mostrado que neste pedaço da galáxia em que há atmosfera, oxigênio e água em abundancia, a distribuição dessa felicidade padrão não é para todos. Unhas, dentes e planejamentos maquiavélicos são necessários para entrar nessa corrida insana pela autossatisfação.
Sei que estou perdendo o jogo, meu querido, por não ter dentro do meu cérebro, a ânsia em comum deste zoológico sem grades, repleto de feras selvagens ávidas por carne e sangue. Além de um fígado que filtra com deficiência, tenho a ausência em extrema dose da ganância.
E nestes tempos estranhos, sonhar com um quartinho de 2x2 metros, entulhado de livros, com uma mesinha, cadeira simplória no meio para se debruçar, ler e escrever, é contra a lei natural da sobrevivência do mais apto, meu chapa. O meu “vencer” particular é o “perder” do resto do mundo.
Aceitar que perdeu não é o mais difícil. Recomeçar, sim, é a verdadeira batalha.
A melhor (ou pior) entrevista do Jesus and Mary Chains de todos os tempos
quinta-feira, outubro 03, 2013
Miss Kittin: electroclash das estrelas
Ontem, quando comecei a assistir (finalmente) a série Orange is The New Black, do Netflix, fiquei com uma pulga atrás da orelha com a personagem Alex, a “international drug-runner” que colocou a protagonista da história numa grande enrascada e a levou para a cadeia.
Achei bastante parecida com Caroline Hervé, mais conhecida como Miss Kittin,a diva do electro europeu, que , em parceria com o DJ The Hacker, gravou First Album em 2001, com músicas como "1982" e "Frank Sinatra", verdadeiros hinos da cena electroclash.
Mas não era.
Tratava-se da atriz Laura Prepon, que apesar das semelhanças, olhando de modo mais atencioso, percebemos que passa longe do charme frio da francesa. Foi então que me perguntei: por onde anda Miss Kittin? Me lembrei que tinha o blog dela em alguma pasta do meu feedreader e fui lá conferir alguma novidade.
E tinha.
A menina lançou em abril deste ano “Calling From The Stars” (Juno Records), álbum duplo, de faixas longas, envolventes, às vezes dançantes. Tudo parece soar distante dos seus primeiros trabalhos com sonoridades mais simples, low tech (não que isso fosse ruim), provando que o tempo passa, mas que está lhe fazendo muito bem.
Gostei bastante de “Maneki Neko", "Calling From The Stars" e “See You”, todas bem climáticas, carregadas de sinths, digamos, “Kraftwerkianos”. Legal também a cover inusitada de "Everybody Hurts", clássico do R.E.M
Foi uma grata surpresa, movida pelo acaso, e que caiu de bandeja nas minhas mãos. Talvez não seja tão bom para as pistas, mas é uma ótima trilha para “andar por aí pela cidade”, seja lá o que esse adjetivo signifique para você.
Ouça:
P.S
Miss Kittin a direita, Laura Prepon à esquerda. Viu que é fácil confundir?
O difícil e fascinante ofício de editor de livros
Estes slides fazem parte de uma palestra que o Carlos Carrenho, editor do PublishNews, apresentou no Instituto de Letras da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), no dia 02/10/2013.
Ele mostra a gradativa perda de poder do editor, assim como o surgimento da ruptura tecnológica na indústria editorial.
Interessante conhecer os (muitos) desafios e as (des) vantagens do ofício de editor de livros.