Por que eu gosto de Fábio Moon e Gabriel Bá?

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Só por isso!
Sessão da Tarde no Quarto: Kirikou et la sorcière
quarta-feira, setembro 30, 2009
Ainda como feto, exigia de dentro da barriga da mãe seu direito de vir ao mundo. E sob a ordem dela, Kirikou ao mundo, vem sozinho. E é de forma ao mesmo tempo infantil, meiga e questionadora, que nasce a paixão por esse pequenino personagem, oriundo das fábulas africanas.
Conta-se que Kirikou, era um menino nascido muito miúdo e morava numa tribo africana praticamente sem homens. Tudo culpa de uma feiticeira, Karaba, que não apenas devorou como escravizou os bravos guerreiros. Restaram apenas as mulheres e um velho, que acabam sendo perseguidos pela feiticeira e seus bonecos mágicos, os fetiches.
Kirikou , apesar de muito pequeno, é esperto e muito ativo. Como um ser encantado, já nasce com a ânsia de ajudar seus entes queridos, sua família e os vizinhos de seu povoado. Fraco pelo tamanho, mas forte de ímpetos e inocência, é o único que não teme a maldade sem sentido da feiticeira Karaba, à qual o pequeno Kirikou sente a mescla de sentimentos como raiva, medo e admiração.
Sempre resolvendo os problemas de forma criativa, Kirikou é a manifestação do novo, de algo que sempre irá questionar o modus operandi do mundo e que, acima de tudo, sabe que a ignorância é a única maldição para os povos oprimidos.
Escrito e dirigido por Michel Ocelot em 1998, Kirikou et la sorcière (Kirikou e a Feiticeira), é uma magnífica animação que tomou por completo a minha simpatia, em mais uma tarde solitária de cinema em meu quarto. No ano de 2005 , houve uma segunda produção do mesmo diretor, Kirikou Et Lês Betes Sauvages, apresentando alguns fatos não mostrados no primeiro filme.
Recomendo a adultos e crianças, adentraram o universo desse personagem que infelizmente, passou de forma incógnita pelo nosso país. Talvez, assim como aconteceu comigo, você fique deslumbrado, feliz e maravilhado com esta magnífica e emocionante animação.
Kirikou et la sorcière (1998)
Kirikou Et Lês Betes Sauvages (2005)
O filme completo no youtube, em 08 partes:
http://www.youtube.com/watch?v=gxUiV9-R26k
Momento Roland Barthes: A bolsa.
terça-feira, setembro 29, 2009
Nas superfícies dos oceanos Denotativos, apenas uma bolsa aberta. Nos subsolos úmidos do mundo Conotativo, uma bolsa aberta, rósea e aveludada.
Ilustração do dia: A troca de flores.
segunda-feira, setembro 28, 2009

A simplicidade genial de Panzo Di Ferragosto


Além da mãe do sindico, outras senhoras acabam indo parar nas cuidadosas mãos de Gianni. E ele se vira como pode para proporcionar momentos alegres e calorosos para essas senhoras tão irrequietas. A maioria das resenhas que li, trata o filme como uma típica comédia italiana, uma crônica de costumes de uma Roma sem glamour, onde o povo comum é evidenciado. E é verdade.

O simples, o corriqueiro, as coisas normais da vida, ganham aqui um lugar mágico. Sem efeitos, sem grandes eventos, apenas um solteiro endividado cuidando de velhinhas espirituosas. Senhoras que nos ganham o coração e nos despertam para o simples da vida e o momento que, uma hora ou outra, teremos de enfrentar: a velhice.


Dia D, de Drummond
segunda-feira, setembro 21, 2009
O Leitor
Pegando pesado com Rammstein
quinta-feira, setembro 17, 2009
Jonas Åkerlund é um sueco muito louco. Nos anos 80, tocou na clássica banda de Black Metal Bathory. O tempo passou e ele resolveu ser diretor cinematográfico, mais precisamente, na área dos videoclips.
Fez alguns com o Roxette, Madonna, U2 e outros ícones pops. Porém, o que o deixou realmente conhecido, foi suas polêmimas, como no clip-junkie “Try, try, try”, do Smashing Pumpkins. Alí se encontrou, adotando a postura “barra-pesada” como principal estilo.
Não à toa que a banda de metal/industrial Rammstein o convocou para produzir o clip “Pussy”, que está em seu mais recente CD, intitulado "Liebe ist für alle da" (O amor é para todos), (que por sinal, já vazou na internet). O clipe, claro, tem na polêmica seu ponto forte, com um pesado conteúdo pornográfico.
No vídeo em questão, os próprios músicos aparecem em cenas de sexo e atuam literalmente conforme a letra, que diz: “Você tem uma..., eu tenho um.../ Então, qual é o problema? / Vamos fazer rápido”. Paralelo a isso, sequências de imagens com muito sadomasoquismo, mulheres enormes com o rosto de nerd do tecladista e uma bizarrice sem igual: uma “suave alusão à coprofilia”.
Sentiu o drama?
Obviamente, o lançamento do vídeo não aconteceu na TV, mas apropriadamente em um site de conteúdos para adultos. Esse novo álbum é o primeiro da banda em quatro anos e chega às lojas em 16 de Outubro (como se hoje em dia alguém frequentasse alguma loja de cd´s!).
Se você é maior de 18 anos, confira a bagaceira:
http://www.visit-x.net/CAMS/US/specials/Rammstein.html?track=Index
Críticas e censuras? Não perca tempo, os caras do Rammstein, não estão nem aí.





