Você conhece o Pangniu?

segunda-feira, março 18, 2013

Pangniu

Um site de moda para gordinhas, ou, como o mercado prefere, “plus size”. O diferencial deste é ser chinês, além de ter uma única e simpática modelo, Lisa.

+ http://www.pangniu.info/

Momento fim-dos-tempos da computação gráfica

dragonsexcar

 

Há de haver uma boa justificativa para um sujeito gastar tecnologia, tempo e imaginação em uma imagem tão desconcertante. E quem souber do que isso se trata, não tarde em me informar, por favor.

O “faça o que você ama” ainda está valendo

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Little Miss Sunshine” (2006).

 

Mesmo que os dias sejam duros, passe por dificuldades, e o amanhã seja uma nuvem cinza, carregada de chuva fria. O resto que se f@#*$.

Teste mobile

sexta-feira, março 15, 2013




Só um pequeno teste móvel.
 

The Raveonettes: She Owns The Streets

quarta-feira, março 06, 2013

deniac_raveonettes
 
The Raveonettes prepara novo álbum, chamado Observations. Deve “chegar às lojas” (faz-me rir esse termo), no dia 11 de setembro.

Enquanto isso, ouça uma prévia do que vem por aí, de uma das bandas mais legais surgida nos anos 2000.
 
 

My Blood Valentine, faixa a faixa

segunda-feira, março 04, 2013

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Hoje vou destilar palavras como quem morre amanhã. Nada de padrões técnicos ou estéticos de jornalismo. A coisa aqui vai ficar do jeito que meus sentimentos ordenarem. São 22 anos de espera para quem ouviu “Loveless” em 1991, e 13 para mim, já que só ouvi em 1995 (sim, vivi em um mundo sem internet e não era nada legal).

Esperar anos por um novo disco quase mítico, foi algo que realmente não esperava que acontecesse. Mas finalmente, eis que surge este “MBV, cheio de tudo o que os fãs gostam.


Li críticas esparsas e uma palavra foi bem incomum: datado. O que sempre me pergunto quando ouço isso é, por que carambolas as pessoas se pegam em termos que nada significam, já que música é um produto sem data de validade, que quando bem feita se eterniza de pronto?

O que vocês querem? A cada segundo que passa, você fica datado. Tudo o que passa é datado. Nada permanece intocável e pleno. Enfiem a palavra em suas nádegas e vão ouvir novidades nunca datadas da Billboard ou o Top Ten da MTV.

M.B.V (2013)



1 -  She found now

Tudo começa do exato momento que eles deixaram em 1991. Intacto como um quarto de adolescente morto. Ouço resquícios de City Girl, canção solo de Kevin Shields famosa por estar na trilha de Lost in Translation. Nostalgia pura em pleno 2013. Ainda permanecem os sussurros sutis, o clima cinzento provocado por guitarras roucas. As famosas distorções elegantes que se encaixam perfeitamente com alguma história de amor não correspondida, um coração partido ou a mais pura solidão.


2 - Only tomorrow

Bilinda Butcher tem voz de sonho, de fada encharcada de absinto. Estendendo cada pequena frase por minutos. E sábias são as palavras ditas: somente amanhã que o amor vem fácil. Só depois que tudo vem e te destroça é que você entende o que aconteceu. Talvez um conselho para os não experientes: somente amanhã você entenderá o amor. Enquanto isso, batidas quebradas, mas suaves, preguiçosas para dias preguiçosos. Solo lento, distorção de portas rangentes. Qualquer ruído é música de amor para o My Bloddy Valentine. É onde reside a genialidade da banda.

3 - Who sees you

Aqui continuamos com a chuva básica das guitarras barulhentas. Frases desconexas, incompletas (?), interrompidas por qual motivo? “Alguns acham que o disco é mais estranho do que 'Loveless'. Mas eu sinto que ele realmente nos liberta de algo", disse o vocalista e guitarrista Kevin Shields. Ok, então é isso. Loucura.

4 -  Is this and yes

Um “órgão” até então nunca ouvido nos trabalhos do grupo inicia esta faixa. E novamente é a voz de Bilinda que vem por trás dos sons, mais angelical do que nunca.

5 -  If i am

Hora do mergulho clássico nas ondas suaves de camadas de vozes. Mar de deja vu, com toques eletrônicos. O velho MBV repete a fórmula, mas nada de auto-plágio. É estilo. Existem canções boas e ruins. E essa, em especial, é inebriante.

6 - New you

Batidinhas sexy-dançantes, com guitarras em efeito Tremolo que nos remetem a How Son is Now, do The Smiths, cheia de graça e nível “pop” na medida certa. Hora de olhos fechados para sentir o sol, o ar nos pulmões, ou o corpo alheio que tanto se deseja.

7 -  In another way

Talvez a faixa mais “difícil” do álbum, com repetição das batidas, sempre fixas, mas com ótimas linhas de guitarras e teclados nostálgicos. Um turbilhão de imagens forma-se na mente, mas não sei qual direção seja a mais precisa, a que devo seguir. Apenas ouço.

8 - Nothing is

São 03´:33`` de uma batida, digamos, country, com guitarradas repetitivas. Puro esporro sem preocupações maiores.

9 - Wonder 2

E o disco termina como um jato continuo sobrevoando os céus. Um apoteótico final em que o ruído fica à frente das vozes. Uma grandiosa ópera noise que só agrada aos cultuadores de experimentos sonoros nos níveis de Sonic Youth ou Medicine.

Ou não. 8-D

Como nasce um livro?

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

reinaldo-moraes
 

O autor paulistano Reinaldo Moraes lê trechos de Confissões de um Jovem Romancista, mais recente trabalho de Umberto Eco, no qual dá evidências de como nascem as ideias de um romance.

Detalhe especial que me chamou a atenção, é o cafofo do Reinaldo, um banheiro diminuto transformado em escritório. Lugares escondidos e apertados como esses, também me inspiram à escrita.

Não sei qual o motivo, mas gosto de pensar que são saudades inconscientes do útero materno.

Enfim. Assista:


                




Canção aos nômades

sexta-feira, fevereiro 22, 2013

panthaduprince

 

A imaginação nunca produziu lá grande coisa. Um talento excepcional me faz falta, até entristece por vezes. Mas nada de lançar a culpa em pessoas, em lugares. Afinal, sou a síntese de processos inimagináveis e incontáveis, produzindo o que sou, meus pensamentos mais profundos, e minha personalidade.

Ao olhar o outro por esse ângulo, todos somos vítimas. Como crianças sentadas em círculo, tal qual a brincadeira do telefone sem fim, só que, ao invés de uma mensagem secreta sussurrada ao pé do ouvido, é passado adiante um tapa ardente na nuca.

Em uma roda pequena, podemos facilmente apontar o primeiro a passar o sofrimento, mas, na história da humanidade, “tocaiar” o bofete inicial que produziu todas as injustiças que pairam no planeta, é impossível.

O máximo a ser feito é não dar continuidade. Afastar-se calado, deixar que o tempo corroa os sentimentos. Particularmente, sou como o nômade desta canção eletro-minimalista sem letra do Pantha Du Prince, que na minha imaginação, bate em retirada de um lugar que não lhe fornece alegria, conforto e segurança.

 

 

 

+ http://www.panthaduprince.com/

Selos comemorativos do 200º aniversário de lançamento de “Orgulho e Preconceito”

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

janeausten-STAMPS

 

Aos fãs de Jane Austen, uma oportunidade única: uma bela coleção com ilustrações dos principais livros da autora britânica. Só há um adendo: apesar de serem feitos para serem colados em cartas, duvido que alguém o faça.

Ilustrados pela artista especialista em histórias infantis, Angela Barrett, os selos começaram a ser vendidos hoje, através Royal Mail da Inglaterra, e podem ser comprados aqui:

http://shop.royalmail.com/jane-austen/jane-austen-stamp-set/invt/sku0007010/

Quando uma pedra te faz escrever

terça-feira, fevereiro 19, 2013

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                                                             Clique e amplie a imagem


Certa vez, recebi uma lata de cerveja congelada, bem no meio da testa. Vi um grande clarão, seguido de uma dor inimaginável. O fato não me levou para os caminhos tortuosos da escrita, mas assim como este texto da Karen, foi o tal divisor de águas da minha vida: AL/DL!



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