Matt Kuchta e seus poemas de 2000 frames por segundo
segunda-feira, abril 23, 2012
Na sexta, um delírio dúbio
sexta-feira, abril 20, 2012
Se está feliz, olhe. Se está triste, pule.
Não é uma frase inteligentemente escrita para a hora e o lugar certo? E, apesar do humor negro, não há uma verdade sobre a vida escondida na brincadeira?
Tigres devem crescer
quinta-feira, abril 19, 2012
Street Art na faixa
segunda-feira, abril 16, 2012
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Autoajuda de segunda: dançar de rosto colado
Hoje, nada das bobagens habituais que costumo escrever aqui. Neste segunda, em especial, passo a bola para um velho cronista do rádio (um dos últimos, se não me engano), Salomão Schwartzman.
Ele bate ponto todos os dias na Band News FM e ouço sua bela voz e sapiência faz alguns anos. Recentemente, por falta de tempo, assinei seu podcast no celular e agora não perco uma edição.
Na última quarta-feira, como sempre dentro do ônibus lotado, em meio a um engarrafamento monumental, ouvi isso e simplesmente, tive vergonha de ter nascido nessa época sem magia, inteligência e rosto colado.
Ouça e vai entender:
Outras crônicas do Salomão: http://migre.me/8GUWD
TEMAS MUSICAIS PARA amanhecer de cabeça dentro dela
sábado, abril 14, 2012
Miranda Kassin & Andre Frateschi - Dê (Cérebro Eletrônico cover)
Particularmente, prefiro essa versão do que a original.
Titanic Super 3D
sexta-feira, abril 13, 2012
Na sexta, um delírio de... infortúnio?
05 anos em um segundo
Não é todo amor que brota sob o sol morno, na areia macia da praia. É raro sim, bem sei. Mas se acontece, é matador e você nem percebe. Quando dá por si, sua vida não é mais sua vida e no peito, há dois corações pulsando em sintonia.
Que fique bem claro: é raro, não impossível. É difícil e demora, mas vale cada segundo, cada tristeza, cada pisada em falso. É vida em fluxo, descendo montanha abaixo. Não é todo amor que brota sob as sombras sonhadoras de coqueiros gigantescos, mas se acontece, só resta aproveitar.
Almas peregrinas merecem a brisa quente do verão, as pegadas ‘quádruplas’ na areia macia da praia, o sol laranja morrendo no horizonte e a ilusão da eternidade em um instante.
Almas peregrinas merecem tudo... Só não merecem a ausência mútua!