Breve história ilustrada da humanidade
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Enquanto isso na Bahia: Tudo está bem quando você está pra baixo!
Quando comprei esse disco na antiga Coringa, Denival, o vendedor, fez questão de pôr essa faixa, antes que eu levasse a única cópia da loja. Ele disse, “Deixe eu me despedir, porra!”. E naquele lugar quente, rodeado por vinis usados, curtimos juntos, os 2 minutos e 39 segundos que se eternizaram, em uma tarde de uma quinta-feira qualquer de 1995.
“Some kind a strange kind of feelings coming over me
I bled from the back to the front for the world to see
You gotta run
You gotta stay
Cause I'll be screaming to have had my way
I got my head in the gutter
and it looks as if it's gonna stay
I, just can't take it
I, don't you say it
I, I can't take it, oh
I, fuck me down now
I, run me down now
I, run around now, oh
I now have hit the ground
And just look at what I found
Everything is alright when you're down, hey hey
Strange as it can seem
Like livin' in a scream
Everything is alright when you're down, hey hey
Everything I say is going wrong”
Lion, lider dos THUNDERCATS!
Um mimo que meu saudoso e infantil cérebro, adoraria ter em mãos!
“Thundercats are on the move,
Thundercats are loose!
Feel the magic, hear the roar,
Thundercats are loose!
Thunder, Thunder, Thunder, ThunderCATS!!”
The Legends - There And Back Again
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Amanhã, em meus headphones: O balanço visceral de RJD2.
domingo, janeiro 31, 2010
RJD2 é balanço pesado, que flerta com as variações do hip-hop, trip-hop, soul music, ruídos eletrônicos e tudo mais o que se pode fazer com duas pick-ups.
É música para as ruas, para os grandes centros urbanos, para quem se locomove com trilha sonora, esquecendo-se dos engarrafamentos, das multidões nas calçadas e sendo levado à andar sobre grooves alucinantes.
Drop out, man!
Myspace: http://www.myspace.com/rjd2
Baise Moi
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Duas garotas perdidas na vida, sem escrúpulos ou moral, com “encosto” de Nick e Mallory Knox, doidas por sexo com desconhecidos e que se esbaldam em uma trip alucinada pela noite, recheada com muitas drogas, roubos e assassinatos. Esse é o mote de Baise-Moi, uma produção independente francesa, sem frescuras e que pega pesado.
As personagens, poderiam ser tranqüilamente as namoradinhas de Alex Delargue, tamanho é o gosto delas por ultra-violência. As tórridas cenas de nudez são uma violência visual à parte: não faltam púbis sendo desmatadas, vulvas menstruadas, masturbação masculina, muitos fellatios e blow jobs.
Com o filme, me veio duas certezas: A primeira é que sexo explícito nos agride muito mais que cenas de mortes. Uma família assiste sem constrangimentos um Rambo estraçalhar centenas de homens de uma só vez. Mas um close de uma glande adentrando uma vagina é uma imoralidade sem precedentes. Um fato que torna nós, seres humanos, realmente bichos muitos estranhos nesses aspectos.
A segunda certeza pode até parecer “cristã”, mas talvez seja uma verdade crucial, assim como é a gravidade: em um universo em que tudo é permitido, o horror é uma conseqüência inevitável.
Trailer Oficial:
O silêncio dos livros.
sábado, dezembro 12, 2009
O silêncio é algo inerente aos objetos. Claro, sem vida não há movimento. E sem movimento não há atrito. E sem atrito não há som. E nem ao menos como o vento, os objetos são. Uma solidão permanente e calada.
O livro, em específico, é o charme da solidão. Junto à esse isolamento tão sexy, há o silêncio necessário das letras impressas. A relação quase “simbiótica” entre humano e livro, que só é completa quando há o silêncio. A leitura é como se fosse um micro orgasmo da relação entre mente, livro e o silêncio.
Alguém, em algum lugar do mundo, percebeu que a solidão é necessária. Essa pessoa é Hugo Miguel Costa, um livreiro português, de Portimão (que também mantém o Café dos Loucos). O patrício descobriu que, ao menos na companhia culta e prazerosa da multidão ‘orgiástica’ de uma boa biblioteca, o silêncio dos livros é algo à ser contemplado!
Pendure a bandeira preta na ponta do mastro!
quinta-feira, dezembro 10, 2009
Yar - har - fiddle-dee-dee, ser um pirata é certo pra mim!
Faça o que quiser pois um pirata é livre, você é um pirata!
Você é um pirata! (yay!)
Começamos com um mapa (um mapa!) para nos levar a caixa escondida, que está trancada por cadeados (por cadeados!) e enterrado bem longe.
Nós escavaremos até a caixa ( a caixa!) e encontraremo-a cheia de prêmios
Abriremos os cadeados, e então diremos "hooray!"
Yar - har - fiddle-dee-dee, Se você ama navegar o mar, você é um pirata!
Ancora pesada!
Yar - har - fiddle-dee-dee, ser um pirata é certo pra mim!
Faça o que quiser pois um pirata é livre, você é um pirata!
Arr - yarr - ahoy and avast dinky-dink-dink - a - dinkadefast!
Pendure a bandeira preta na ponta do mastro! você é um pirata!
Ha ha ha (yay!)
Navegamos afastados (baixar a maré!), a aventura espera em cada costa!
Baixar a maré e exploramo-lo(ya-har!) e corra e pule todo o dia (yay!)
Nós flutuamos em nosso barco (nosso barco!) até sua hora de abaixar a ancora, pendure então nossas roupas (aye-aye-aye!) até que nós navegaremos outra vez!
Yar - har - fiddle-dee-dee,
Se você ama navegar o mar, você é um pirata!
Terra ho!
Yar - har - fiddle-dee-dee, ser um pirata é certo pra mim!
Faça o que quiser pois um pirata é livre, você é um pirata!
Yar har vento atrás de você, onde quer que você vá.
Céu azul acima do oceano azul abaixo, você é um pirata!
Ha ha ha!
Você é um pirata!”