Preciso falar alguma coisa?
The Art of Tim Burton.
quinta-feira, novembro 19, 2009
Enquanto isso, em Camaçari: Grand Théâtre Pão e Circo
Amanhã, em meus Headphones: The Charlatans.
quarta-feira, novembro 18, 2009
Com um atraso de 01 ano e 06 meses após o lançamento, deixei meus ouvidos finalmente, pairarem sobre o álbum “You Cross my Path”, do The Charlatans. Essa demora aconteceu por um simples motivo: Nunca funcionou muito bem as músicas do grupo em meus headphones.
Mas enfim, do alto do 10º lançamento dos rapazes, e com meses de atraso, diga ao povo que finalmente eles acertaram a mão e fizeram um disco do caralho!
Os críticos mais ferrenhos disseram/dizem que “You Cross my Path” é New Order em sua fase mais moderna . Concordo: as linhas de baixo do Tio Hook estão por todas as músicas. Fica aquele ranço de não-novidade no ar, aquele sentimento de “só é bom porque decalcaram o Brotherhood!”.
Mesmo assim, dispense os preconceitos: os caras são dos anos 80, mas foram modernos o suficiente para entender e aceitar a cultura do download, disponibilizando o álbum completo na web!
Por essas e outras, recomendo a audição!
Site Oficial: http://www.thecharlatans.net
Você sabe o que é Avatar?
terça-feira, novembro 17, 2009
E.T de Varginha em quadrinhos… Na França!
segunda-feira, novembro 16, 2009
Eis um tema que poderia facilmente dar pano pra manga, no que se refere a ficção cientifica. Infelizmente, por falta de recursos ou criatividade, pouca coisa (ou nada) foi feita.
Mas se artistas brasileiros não exploraram o tema, alguém tinha que faze-lo... E o autor francês Philipe Augier não titubeou, foi lá e fez... E com qualidade, diga-se de passagem!
"O.V.N.I. L'affaire Varginha" é o nome da produção e ainda não tem previsão de lançamento para o Brasil.
Enquanto isso, na Bahia: MUNCH + 2
As “vespas” de Neuromancer.
A pedra fundamental do estilo literário “Cyberpunk”, Neuromancer, de William Gibson, nunca ganhou as telas dos cinemas. Para os fãs mais ortodoxos, um alivio: adaptações cinematográficas costumam ser um desastre para quem lê um livro original.
Desde 2007, foi noticiado que o romance teria uma adaptação para as telas através de produtora Seven Arts. Estamos chegando ao final de 2009 e, até o momento, nada. Mas o site Quiet Earth, que se dedicada à noticiar produções pós-apocalípticas, publicou alguns possíveis pôsteres da ainda eterna pré-produção de Neuromancer.
E há de se concordar com os fervorosos leitores de Gibson: de onde, deus do céu, a produtora do filme tirou essas vespas? Em que momento do romance elas aparecem?
Não conhece Neuromancer?
Sonhando ao som de Monkey Dust.
A alergia de Cayce Pollard.
quarta-feira, novembro 11, 2009
Ela é uma consultora de publicidade. Ela é uma coolhunter com uma intuição sem igual. Ela é um ícone da moda, mas você nunca vai ouvir falar dela, assim como nunca irá poder vê-la.
O que ela olha, sente na pele se vai ser tendência ou não. Ela é uma heroína que não luta, que não possui superpoderes. Tem somente o estranho dom de sentir as roupas, as ruas, os contornos dos óculos escuros das pessoas, as marcas das grifes. Sente tanto essas marcas que tem náuseas. Sim, uma profissional da publicidade com alergia a logotipos.
Uma profissional da publicidade alérgica à moda, mas que mesmo assim ama roupas. Suas próprias roupas e combinações, diga-se de passagem. E essas peculiares indumentárias tem um nome: "CPUs. Cayce Pollard Units". Preto, branco, cinza. Algo frio, algo quase invisível. Algo quase alien. Só se pode defini-lá como uma "zona livre e atemporal do design".
Seu anti-estilo, seu mix de influências, até mesmo o seu rosto, não vive no mundo real. Não que ela seja invisível, nem que é uma fantasma flutuando no éter. A questão é que ela vive no imaginário das pessoas que leram Pattern Recognition de William Gibson, ou até mesmo o No Logo, de Naome Klein.
Saca?
Cayce Pollard, “só existe na zona liminar entre a prosa de Gibson e os olhos da mente que não cansa de prever a história a cada instante”.
*Agradecimentos a Adriana Amaral .
Foto do dia: Uma esperta lagartixa.
terça-feira, novembro 10, 2009
Consciente da atração sem sentido dos insetos pela luz, essa esperta lagartixa, dentro de um lustre, fez sua morada. Longe dos perigos dos muros, longe da mira afiada de crianças caçadoras de répteis com seus badoques em punho e longe das inóspitas dobradiças de portas, em sossego, farta-se em seu eterno e iluminado banquete.
Vi isso aqui.
