Dê o play na vida!
Porque qualquer coisa dentro de uma moldura e exposta ao público, é arte.
Dê o play na vida!
Porque qualquer coisa dentro de uma moldura e exposta ao público, é arte.
The Cure from shootmefashion.net .
Vídeo da marca de roupas turca Shoot Me Fashion em que, através de uma produção conceitual, expõe suas criações. É como uma espécie de comercial de alto nível, que seduz, logicamente, pela imagem: uma garota, como se doente, agoniza em cama de hospital. Sua enfermidade? A nudez!
Na medida que é medicada, sara. Peças vão surgindo no seu corpo a cada tomada e pouco a pouco ela se compõe, como em um strip às avessas. Então, é nesse ponto que se percebe o momento mais fantástico: o que a roupa esconde, de imediato se cria o desejo!
Não à toa e consciente disso, o semiótico que dá título à esse post, Roland Barthes, um dia falou: "Nudez, vestuário natural da mulher!".
O que me resta a fazer se não apenas concordar!
Dando sentido a tudo que o que o rodeia, o homem definiu o signo como "aquilo que está no lugar de alguma coisa". O signo existe para remeter algo fora dele mesmo, ou melhor, para representar o que não é dele próprio.
O artista inglês Paul Trevillion, foi a um programa da Sky Sports e transformou um desenho de um elefante em um retrato de Pelé. Sem querer (ou querendo), provou que os signos refletem e refratam a realidade visada pela representação.
Ou seja, qualquer coisa pode representar qualquer outra coisa, bastando apenas inventar um sentido.
Saca?